Caixa eletrônico começa exigir leitura da mão


30.01.2007 - Bradesco, Itaú e Unibanco, os três maiores bancos privados do Brasil, decidiram reforçar o combate às fraudes no saque de dinheiro, tirando do papel projetos que dificultam a ação de criminosos. Neste mês, os primeiros caixas eletrônicos com sensores para leitura da mão começaram a ser implantados pelo Bradesco em São Paulo e no Rio. Além da exigência de senhas alfanuméricas, chips, chaves de segurança e frases secretas, o correntista do Bradesco já pode usar as veias da própria mão para comprovar sua identidade.

Tecnicamente, os especialistas chamam de ''biometria'' o uso de características físicas e comportamentais (impressões digitais, por exemplo) em mecanismos de identificação. A introdução da biometria em caixas eletrônicos neste ano coloca finalmente o que já foi instrumento de ficção científica no dia-a-dia do brasileiro.

O Bradesco, maior banco privado do País, inaugurou neste mês terminais de auto-atendimento com sensores que lêem as veias da mão de seus clientes. Outros bancos também estão investindo em pesquisa na área, mas tratam o assunto com cuidado estratégico. O Itaú confirmou a futura implantação de tecnologia biométrica, mas evitou dar detalhes, como a data de estréia e as características da tecnologia. Segundo a reportagem da Folha Press apurou, o Unibanco fez testes recentes com reconhecimento da íris.

De acordo com a atendente Maria Isabel Pereira, responsável por apresentar o sensor biométrico aos clientes da agência do Trianon, os frequentadores ainda demonstram receio com a novidade.

Fonte: Bonde News
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Britânicos aceitariam implante de microchip para pagamentos.

12.10.2006 - Londres.- Muitos consumidores britânicos aceitariam a implantação de microchips em seus corpos para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo em suas compras, segundo uma enquete do Instituto britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD).

Um em cada vinte adultos se diz disposto a usar um microchip em seu corpo para pagar suas compras e ajudar a evitar as fraudes com cartões de crédito, segundo a enquete. Entre adolescentes, a proporção aumenta para um de cada dez adolescentes.

Um scanner permitiria ler o microchip, conectando-se imediatamente com os dados bancários e de pagamento do cliente.

O jornal britânico informa ainda que o único caso conhecido de pagamento com microchips implantados no corpo humano é o da zona VIP de um clube de Barcelona. Eles recebem um microchip injetado no braço e que permite o acesso a algumas áreas, além de servir para pagar o consumo.

Segundo a analista de mercado da IGD, Geraldine Padbury, embora muitos consumidores possam temer por sua privacidade, os adolescentes, que constituem a próxima geração de compradores, não terão preconceitos contra os chips.

Fonte: UOl notícias

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"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome." (Ap 13, 16-17)



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