Padre Marcelo faz show vestido de goleiro cantando funk e rap


19.02.2007 - Cerca de 35 mil pessoas acompanharam ontem a "Folia para Jesus", evento comandado pelo padre Marcelo Rossi em ruas de Santo Amaro, na zona sul.

Diferentemente dos outros eventos promovidos no Carnaval pelo religioso nos últimos oito anos, a festa não teve trio elétrico: sobre um palco montado pela Prefeitura de São Paulo, padre Marcelo, fantasiado de goleiro de futebol e com gorro em estilo rapper na cabeça, cantou suas músicas mais famosas em diversos ritmos, incluindo funk, frevo e rap. entre os hits estavam "Erguei as Mãos" e "Vira de Jesus".

O evento começou por volta das 17h, com uma missa ao ar livre. Durante as orações, Rossi vestiu a batina sobre a fantasia. Depois, às 18h, começou o show, que durou cerca de uma hora.

O padre começou cantando rap, o que agitou o público. Entre uma música e outra, a banda que o acompanhava mantinha a base hip hop, enquanto ele animava a multidão imitando os trejeitos de rapper. A batida foi aprovada pelos fiéis, assim como as canções em ritmo de funk e frevo. "Gosto de todos os ritmos. Não costumo ouvir rap, mas aqui está divertido o som", afirmou a dona-de-casa Rita Sobral, 32, que sabia os hits na ponta da língua.

Apesar de nos últimos dias o padre ter pedido aos fiéis, durante as missas no Santuário do Terço Bizantino, que fossem fantasiados, houve poucas pessoas caracterizadas entre o público.

Uma das que se animou e atendeu ao pedido foi a empresária Rosalina Marra, 35 anos, que usou uma máscara de mulher-gato. "Acompanho a folia do padre há oito anos", disse a fiel, que chegou duas horas antes para conseguir um lugar próximo ao palco. "Eu prefiro o Carnaval do padre desse jeito, com palco e fantasias", contou.

A prefeitura informou ter gasto cerca de R$ 9.000 com a organização do evento. A avenida Engenheiro Eusébio Stevaux foi liberada para o trânsito por volta das 20h, após a dispersão do público.

Fonte: UOL notícias
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Nota do Portal Anjo, por Dilson Kutscher: www.portalanjo.com

Meu caro Padre Marcelo, se quiser usar fantasia de goleiro, coelhinho da Páscoa, Papai Noel, Branca de Neve e outros, use se assim desejar. Mas por favor, poupe os católicos tradicionais, de ver um padre tão carismático como o senhor, cantando suas músicas mais famosas em ritmo funk e rap. Sem falar do gorro em estilo rapper na cabeça.

Diz na Sagrada Escritura:

“É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou, antes, o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo.” (Gl. 1,10)

“Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” (Mt. 5,13).
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SANTA FAUSTINA KOWALSKA E O CARNAVAL

“Nos últimos dias do carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado. – Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com esse Jesus a quem agora martirizais? – O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava.” (188)

9 de Fevereiro de 1937.
“Nestes dois últimos dias conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista. E o Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência dessa humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais. Nestes dois dias recebi a comunhão reparadora e disse ao Senhor: ‘Jesus, hoje ofereço tudo pelos pecadores, que os golpes da vossa Justiça atinjam a mim e um mar de misericórdia envolva os pobres pecadores’. E o Senhor atendeu ao meu pedido; muitas almas voltaram-se ao Senhor, mas eu agonizava sob o peso da Justiça Divina; sentia que era objeto da ira do Deus Altíssimo. À noite o meu sofrimento atingiu um tão grande abandono interior que gemidos saiam do meu peito, mesmo contra a minha vontade. Fechei-me à chave no meu quarto e comecei a adoração ou seja, a Hora Santa. O abandono interior e o sentimento da Justiça Divina, era a minha oração. Os gemidos e a dor que saíam da minha alma ocuparam o lugar do doce diálogo com o Senhor.”

“Então, de repente, vi o Senhor que me estreitou ao Seu Peito e disse:‘Minha filha, não chores, porque não posso suportar tuas lágrimas. Eu lhes darei tudo o que pedes, mas não chores mais.’ – E inundou-me uma grande alegria, e o meu espírito, como de costume, mergulhou nEle como meu único tesouro.” (Diário, n°926-928).

É espantoso como ofendiam a Deus os pecados que se cometiam no carnaval antigamente (relato em 1937 de Santa Faustina)
Meu Deus, o que não será agora!!!

Pesquisa de Hugo Ferreira Pinto (São Paulo - SP)


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