Igreja Católica não se fará cúmplice de lei abortista em Portugal
15.03.2007 - LISBOA - A Conferência Episcopal Portuguesa anunciou que não participará dos trabalhos anunciados pelo Governo para regular a nova lei que despenalizou o aborto sob qualquer motivo nas 10 primeiras semanas de gestação.
Segundo o porta-voz do Episcopado, Carlos Azevedo, "não nos interessa para nada colaborar com uma lei que é injusta", e advertiu que os cristãos no Parlamento "tentaram que a lei fosse o menos má possível, mas isso é um assunto de cada um".
Em 8 de março passado o Parlamento aprovou a nova lei com os votos a favor do Partido Socialista (PS), do Partido Comunista Português (PCP), Os Verdes, o Bloco da Esquerda e 21 deputados do conservador Partido Social Democrata (PSD).
Desde Fátima, o Conselho Permanente do Episcopado português fez um chamado a ampliar a defesa da vida mais à frente do aborto e ofereceu "um olhar de misericórdia e perdão" a quem opte pelo aborto. Do mesmo modo, recordou aos agentes sanitários que "a consciência cristã implica que não colaborem com qualquer ato que seja um atentado à dignidade de um ser humano".
Fonte: ACI
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Nota do Portal Anjo
Notícia de 26 Ago.2004, MÉXICO
Cardeal Lozano: aquele que promover o aborto não tem lugar na Igreja
O Presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Agentes Sanitários, Cardeal Javier Lozano Barragán, assegurou no México que quem promove o aborto não têm lugar no Igreja.
Em uma clara alusão a grupos de falsos crentes como a organização feminista Abortista Católicas pelo Direito a Decidir, precisou que quem aconselha o aborto, quem realiza o aborto, quem o pratique, fica fora da Igreja".
Do mesmo modo, sentenciou que o aborto nunca será uma alternativa permitida na Igreja. "Quinto mandamento, não matará. O aborto mata, portanto é um homicídio, o pior do pior, é que a mamãe mata a seu filho, que não pode se defender", assinalou.
O Cardeal Lozano, como presidente da Sociedade Teológica Mexicana, participa do Encontro Pastoral da Saúde organizado pela Arquidiocese da Morelia.
"O aborto é quando alguém intencionalmente, deliberadamente conhecendo tudo isto e o pratica. De repente se dá por acidentes, não acontece nada, nosso Senhor não é tolo", assinalou.
Do mesmo modo, precisou que a pílula do dia seguinte é abortiva e guarda as mesmas intenções que qualquer outro método, também recordou que a melhor prevenção para evitar a AIDS não é o uso de preservativos e sim a fidelidade conjugal.
"Nosso Senhor fez a prática sexual apenas para a geração humana e há outro mandamento que diz não fornicará", indicou.
Fonte: ACI