A verdade sobre a guerra dos banheiros: O movimento para permitir que as pessoas usem o banheiro de sua escolha nada mais é do que a fase mais recente da revolução sexual


07.10.2016 - Hora desta Atualização - 20h15

A assim-chamada guerra dos banheiros nada tem a ver com banheiros, mas tudo a ver com guerra. O movimento para permitir que as pessoas usem o banheiro de sua escolha nada mais é do que a fase mais recente da revolução sexual. Trata-se de uma guerra implacável para impor uma igualdade irracional que procura agora destruir as últimas barreiras que distinguem os sexos.

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Vejamos as coisas como são. Uma vez que qualquer um possa usar o banheiro em que ele ou ela se sinta mais à vontade, os avisos na porta, “Homens” e “Mulheres” perdem qualquer sentido. De acordo com a estranha lógica dos guerreiros de banheiro, ou se constrói banheiros iguais para qualquer “gênero” que apareça por aí (e já há cerca de 60 deles) — ou todos devem ser integrados em um (ou dois) banheiros que possam utilizar indiscriminadamente. Obviamente, esta última solução é a única economicamente viável.

Assim, não se trata simplesmente de fazer com que as pessoas se sintam à vontade; o que se vê é o começo do fim da separação, por sexo, de banheiros, vestiários e outros lugares privados. É uma verdadeira mudança cultural que transforma o próprio sexo biológico, de realidade social e pública em mera opinião pessoal, capricho ou fantasia.

As assim-chamadas guerras de banheiro não são apenas sobre predadores sexuais, como muitos argumentam. Sempre haverá os que aproveitarão as novas regras sanitárias para encurralar e agredir suas vítimas. No entanto, a verdadeira finalidade é remover os últimos vestígios de modéstia, decência e vergonha que ainda restam na sociedade. Remove-se agora este forte muro de proteção, tanto para homens como para mulheres, em seus momentos mais privados.

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A virtude da modéstia faz parte de uma estrutura moral que serve como freio das paixões humanas menos violentas. A modéstia governa as ações exteriores para que estejam em conformidade com as exigências de decência e decoro, derivadas da natureza humana e dos costumes sociais. O vestuário, o modo de falar, e o relacionamento entre os sexos se conjugam neste quadro para manter uma sociedade equilibrada e virtuosa. Quando a decência natural e a modéstia não são respeitadas, a natureza humana perde sua dignidade, sendo facilmente degradada a um nível animalesco.

Assim, não é nenhuma surpresa que no mundo super sexualizado e violento de hoje haja pessoas que peçam o fim de toda e qualquer restrição ou tabu. Seu alvo último seria a modéstia, este senso natural e delicado pelo qual uma pessoa refreia todo o ato que lhe traria vergonha. Tudo aquilo que protege a tão necessária castidade deve ser destruído.

Assim, ao contrário do que diz propaganda, a separação dos sexos não se destina a incomodar as pessoas. Nunca houve nem haverá polícia verificando identidades reais ou imaginárias em cada porta de banheiro. Esta separação se destina, sobretudo, a honrar e preservar essas normas consagradas de longa data que permitem que a sociedade funcione e protegem a dignidade individual.

Finalmente, as assim chamadas guerras de banheiro nada têm nada a ver com a realidade e nada mais fazem do que alimentar as fantasias dos que desejam escapar dos restritos limites da identidade e da razão.

Este novo ativismo envolve a capacitação da fantasia, que por definição é o poder ou processo de criação de imagens mentais irrealistas ou improváveis respondendo aos estímulos de caprichos psicológicos. Em tempos passados, pessoas com tais fantasias eram chamadas a “cair na real”, acordando para a realidade que se encontra na sociedade e na natureza. Hoje, a sociedade como um todo está sendo solicitada a ser conivente e a aprovar as fantasias antinaturais de alguns poucos.

Sem sombra de dúvida, a tal guerra dos banheiros nada tem a ver com banheiros, mas tudo a ver com guerra. É uma nova fase da Guerra Cultural. Aqueles que pensavam que a guerra terminou quando se renderam ao “casamento” homossexual, acabarão por ver que este foi apenas um começo.

Esta nova fase é uma extensão e radicalização daquilo que veio antes. A diferença está em que a fase anterior destruiu estruturas externas—tradição, costumes ou valores comunitários que atrapalhavam auto-satisfação e prazer. A nova fase visa destruir as estruturas internas — razão, identidade e sentido do ser — que atrapalham o exercício do “direito” ao prazer imediato.

Em sua velha fase, a Guerra Cultural ainda funcionava dentro das estruturas sociais que destruiu, e assim oferecia maior possibilidade para que as pessoas resistissem. A nova fase ataca o próprio cerne do ser e a identidade pessoal. Ela é mais tirânica e não permite oposição. Qualquer um que discorde é imediatamente e furiosamente agredido, seja ele um indivíduo, uma empresa, ou até mesmo um estado. A haver um retorno à ordem, a sociedade deverá reconhecer esta nova fase como realmente é. Não se trata de uma frívola guerra de banheiros, mas de uma guerra cultural tão completa que se estende até mesmo ao uso de banheiros. Fonte: http://ipco.org.br

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando o artigo publicado em 13.06.2015

Banheiro Unissex: Um Atentado contra as Mulheres.

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Não se engane: a instalação de banheiros unissex nas escolas e universidades não representa nenhum avanço em favor das mulheres ou das minorias.

No Brasil moderno você pode defender qualquer bizarrice desde que ela venha embalada em um discurso de “respeito às minorias” ou “combate ao preconceito”.

Foi em nome do “combate ao preconceito” que o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais” publicou, no dia 12 de março, no Diário Oficial da União, a resolução que estabeleceu o seguinte: “As escolas e universidades, públicas e particulares, devem garantir o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados acordo com a identidade de gênero de cada sujeito”.

Ou seja, a partir de agora, eu e minha barba podemos frequentar os banheiros femininos de escolas e universidades. Para tal, basta que eu me “autoafirme” como um transgênero ou qualquer outra categoria sexual inventada nos últimos 10 minutos.

É claro não há como impedir que oportunistas frequentem o banheiro feminino mediante a alegação de que são transexuais. Qualquer marmanjo que alegue que acordou se sentindo a Julia Roberts poderá dividir o banheiro com as mulheres.

Todos estamos chocados com o caso da menina de 12 anos que foi estuprada no banheiro  de uma escola da Zona Sul de São Paulo. A garotinha foi abusada por três colegas (menores de idade), por quase uma hora, sem que nenhum funcionário notasse.

Dá pra imaginar o quanto este cenário vai piorar quando os banheiros de todas as escolas do Brasil forem transformados em locais de convívio entre meninos e meninas – em nome, é claro, do combate ao preconceito.

Banheiro por “identificação de gênero” é uma ficção vulgar. O que está sendo proposto é que escolas e universidades tenham banheiros U-N-I-S-S-E-X.

Fachadas

Ideólogos disfarçados de jornalistas ou travestidos de pedagogos estão inundando as redes sociais com suas típicas frases-de-para-choque-de-caminhão que justificam o banheiro unissex a partir do “combate ao preconceito”.

A manipulação da linguagem não é um fenômeno moderno. Desde a Grécia Antiga os sofistas já sabiam que a retórica pode solapar a verdade no discurso público. É por isso que os militantes corrompem palavras e conceitos para defender suas teses perniciosas.

“O ideólogo usa fachadas para esconder suas reais intenções. Ele nunca é sincero. Veja o caso, por exemplo, do banheiro unissex. É defendido a partir da ideia de direitos das mulheres. Na verdade, é um atentado contra as mulheres que agora terão que dividir o banheiro com qualquer homem que alega que se sente uma mulher”, explicou o professor Felipe Nery, presidente do Observatório Interamericano de Biopolítica.

Relativismo

Felipe Nery também destaca uma nefasta característica da neutralidade de gênero: o relativismo que, gradualmente, nos levará ao vale-tudo da sexualidade. A pedofilia, lembrou, já começa a ser chamada por progressistas de “amor entre gerações”…

O gênero sexual é um dado da natureza assim como a altura ou o peso. Negar que você é homem ou mulher faz tanto sentido quanto negar que é alto ou magro.

Até mesmo a moderna psicologia evolucionista – odiada pelos religiosos por sua natureza darwinista – diz claramente que há diferenças naturais (biológicas e psicológicas) entre homens e mulheres e ri dos acadêmicos que falam em “construção social”.

Os ideólogos, contudo, querem reduzir o gênero sexual a uma mera invenção cultural da sociedade patriarcal que deve ser destruída em nome da liberdade e etc.

Mas eu aposto que os militantes de gênero sofrerão a humilhação de enfrentar uma forte resistência das mulheres. Chegará o dia em que os “militantes da tolerância” serão desmascarados justamente por aqueles que dizem representar.

Não serão os políticos que derrotarão o lobby do gênero: serão as mulheres – mães, esposas, filhas – que se levantarão contra esta bestialidade que (como tudo que começa na academia) foi parar no banheiro.

Por Thiago Cortês - Fonte: Dominus Est

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Diz na Sagrada Escritura:

"Ele lhes respondeu: Quando vem a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado.
E de manhã: Hoje haverá tormenta, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas! Sabeis distinguir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (São Mateus, 16, 2-4)

"Curvai-vos, curvai-vos, gente sem pudor, antes que nasça a sentença e o dia passe como a palha; antes que caia sobre vós o ardor da ira do Senhor; antes que caia sobre vós o dia da indignação do Senhor!" (Sofonias 2, 1-2)

"Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. Porque as coisas que tais homens fazem ocultamente é vergonhoso até falar delas. Mas tudo isto, ao ser reprovado, torna-se manifesto pela luz. E tudo o que se manifesta deste modo, torna-se luz. Por isto a Escritura diz: Desperta, tu que dormes! Levanta-te dentre os mortos e CRISTO te iluminará". (Efésios 5, 10-ss)

 


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