Nossa Senhora apareceu em Fátima para nos lembrar, sobretudo, da necessidade da salvação da alma: Muitas almas vão para o inferno porque não há quem reze e se sacrifique por elas!


25.05.2017 -

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Nossa Senhora apareceu em Fátima para nos lembrar, sobretudo, da necessidade da salvação da alma. Por isso ela recomendou com insistência aos 3 pastorinhos de rezar e fazer penitência pela conversão dos pecadores: 'Muitas almas vão para o inferno porque não há quem reze e se sacrifique por elas!' 

Em Ars, um certo dia, chegou uma senhora abatida pela dor que a levava ao desespero. Poucos dias antes tinha perdido o marido tragicamente. Suicidara-se, jogando-se de cima de uma ponte, num rio. A mulher era atormentada pelo pensamento da danação do marido. Entretanto, na igreja de Ars, a pobre mulher logo se ajoelhou para rezar e chorar. Era a 1ª vez que ia a Ars. O santo Cura d'Ars, passando-lhe ao lado, sussurrou-lhe aos ouvidos: 'Ele está salvo!'. 'O quê?' - exclamou a mulher. 'Ele está salvo!' - repetiu o santo - 'Está no purgatório e precisa rezar muito por ele. Entre o parapeito da ponte e o rio teve tempo de se arrepender. Foi Nossa Senhora quem lhe obteve a graça. Lembre-se do mês de maio que fazia no quarto. Às vezes seu marido, embora não religioso, se unia à sua oração e às vezes até punha uma flor junto à imagem de Maria. Isto lhe obteve o arrependimento e o extremo perdão!'

Um dia padre Pio passava lentamente entre uma multidão de homens. Um jovem lhe gritou de longe: 'Padre, me diga uma palavra decisiva. O que devo fazer?' Padre Pio olhou-o com profundidade e lhe disse: 'Salve a tua alma!'

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'As terras de um homem rico tinham tido uma boa colheita. E ele, consigo mesmo, assim pensava: como farei se não tenho mais lugar para guardar a minha colheita? Eis, disse, farei assim: demolirei os meus celeiros, construirei outros maiores, onde guardarei toda a minha colheita e os meus bens; depois direi à minha alma: ó Alma, tens uma grande reserva de bens por muitos anos; descansa, come, bebe e diverte-te! Mas Deus lhe disse: Louco! Esta mesma noite te será tirada a vida; e aquilo que preparaste pra quem será? Assim será também para quem acumula tesouros para si, mas não cuida de ter o que para Deus' (Lc 12, 16-21)

São Bernardo dizia: 'Todo o tempo que não usamos para Deus é perdido'. A um velho eremita, um dia, perguntaram a idade. 'Tenho 50 anos', respondeu. 'Não é possível!' - respondeu o indagador - 'Tens, certamente, mais de 70'. 'É verdade' - respondeu o eremita - 'a minha idade seria na verdade 75, mas os primeiros 25 anos eu não conto, pois os passei afastado de Deus'.

Querem um bom exemplo de viver todo o tempo a serviço de Deus?  O Beato José Moscatti, grande médico napolitano, todos os dias começava a sua jornada às 5 horas da manhã, com duas horas de oração recolhida e intensa. Fazia sua meditação, participava da Santa Missa, recebia a santa comunhão e fazia um longo agradecimento. Sem estas duas horas e sobretudo sem a santa comunhão, ele dizia não ter coragem de entrar na sala médica para visitar os doentes. Logo depois das duas horas de oração, entrava nos becos de qualquer bairro da velha Nápolis, descia a qualquer gueto ou subia em qualquer porão a visitar gratuitamente doentes em condições penosas e miseráveis.

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Continuava a sua manhã com a escolha e com as visitas médicas em um hospital. Antes de fazer um diagnóstico, e, particularmente nos momentos de dificuldade, colocava a mão no bolso, apertava o Rosário por um momento e rezava a Nossa Senhora. Durante as visitas não era menos preocupado de recomendar aos enfermos a cura da alma, dando conselhos e avisos concretos, como aqueles de confessar-se e comungar. Ao meio dia, ao soar o sino do Ângelus, embora estando na sala médica, recitava sem falta a oração, convidando os presentes a rezarem com ele. De tarde continuava as visitas médicas em casa até o pôr do sol. Fechava seu dia com a visita ao Santíssimo Sacramento, com a recitação do Santo Rosário e as orações noturnas. Morreu durante as suas visitas médicas, amando os corpos e as almas dos enfermos. Eis um verdadeiro cristão que 'operava o bem enquanto tinha tempo' (Gl ,10).

Excertos da obra 'Um mês com Maria' , do Padre Stefano Maria Manelli

Fonte: www.sendarium.com

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Nota de www.rainhamaria.com.br

São José Moscati faleceu em 12 de abril de 1927, perto de completar 47 anos, após uma vida de serviço aos necessitados. O povo de Nápoles imediatamente o reconheceu como “o médico santo”  e os pobres choraram sua perda.

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Entre os primeiros que foram rezar diante de seu corpo esteve o Cardeal Ascalesi, que ante os presentes disse: “O doutor pertenceu à Igreja; não daqueles que curou o corpo, mas daqueles que salvou a alma e que saíram ao seu encontro enquanto subia ao céu”.

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A tumba de São José Moscati, na cidade de Nápoles - Itália

Foi beatificado em 1975 pelo Beato Paulo VI e canonizado graças ao milagre da cura de leucemia do jovem José Montefusco, em 1979. Foi canonizado por São João Paulo II em 25 de outubro de 1987.

 

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