29.05.2007 - Você anda sem dinheiro? Abre a carteira, inspeciona todos os bolsos e... nada? Existe um modo positivo de encarar essa situação: em relativamente pouco tempo, ninguém mais vai ter dinheiro. Pelo menos do jeito como o conhecemos hoje.
É uma tendência que já era clara e irreversível. Mas que virou um fato histórico quando a respeitadíssima revista The Economist colocou na sua capa uma colagem de moedas formando dinossauros. A chamada dessa capa não deixou dúvidas: O fim do dinheiro.
Não estamos falando do dinheiro como instituição e meio de trocas entre os seres humanos. Isso continua. Para deixar claro, aí vai uma definição igualmente respeitada do que entendemos por essa coisa também conhecida como grana, verdinha, o danado, largent, bufunfa, dindin e arame:
Dinheiro mercadoria aceita por consenso como meio de transação econômica. É o meio no qual os preços e os valores são expressos. Como moeda, circula anonimamente de pessoa em pessoa e de país em país, assim facilitando o comércio e é a principal medida da riqueza. ( Encyclopaedia Britannica)
Essa definição vai continuar valendo. O que está mudando radicalmente é o formato desse dinheiro. Vivemos a maior revolução nesse sentido em mais de 3 mil anos. O fim do dinheiro significa o final da era de notas e moedas e também do velho cheque, que os brasileiros usam até para pagar gorjeta.
O dinheiro está ficando invisível, volátil, não palpável. Está se digitalizando, como tudo mais em nossas vidas. E com a digitalização vem a praticidade.
Não tem mais cabimento ficar numa cabine de caixa automática, apavorado com a possibilidade de um assalto, esperando que uma máquina leia nossas senhas e nos devolva o que já nos pertence. Ou quebrar o pau com um motorista de táxi por falta de troco. Isso tudo está mudando. E, no geral, para muito melhor.
Os homens já mediram valor das coisas por meio de conchas coloridas. Depois passaram a usar os chamados metais preciosos, especialmente ouro, prata e cobre. Agora imagine-se como um conde austríaco do século 18 levando algumas barras de ouro no baú da carruagem para um banco em Viena. Quem são aqueles homens mascarados lá na frente?
A solução foi criar documentos que diziam: O proprietário deste documento tem o equivalente a 4 libras e meia de ouro depositado no banco. Ficava bem mais fácil de transportar e de esconder. Foi assim basicamente que nasceu o papelmoeda, como o certificado de uma propriedade em metais.
O dólar americano, por exemplo, nasceu valendo exatamente 23,22 gramas de ouro puro. Essa história de dinheiro equivaler a uma quantidade de ouro só foi acabar com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Depois da Segunda Guerra (1939-1945), o sistema monetário foi todo remodelado. Mas a grande revolução começaria mais ou menos em 1995.
O PAPEL-MOEDA SOME
A questão: quem precisa de um maço de notas na carteira?
Elas acabam. Elas atraem ladrões. Elas se perdem.
Elas precisam de troco. Elas estragam. Elas rasgam.
Elas acumulam germes e bactérias. Elas dão na vista.
Elas não têm volta. Perdeu, perdeu. Tchau. Bye.
O dinheiro eletrônico nasceu basicamente na década de 1950 com os bons e velhos cartões de crédito. Não eram ainda digitais, mas já eram de plástico. Cabiam no bolso da camisa. Representaram uma grande mudança. E continuaram evoluindo e facilitando o comércio internacional.
O cartão de crédito levou ao cartão de débito. E começou a chegar um momento em que você gasta mais vezes passando um cartão num terminal do que puxando notas da carteira. Os cartões de débito prepararam a maior parte da população para o próximo passo.
Nessa fase, que está acontecendo agora, o papel-moeda some. O importante é seu crédito, o que você tem para gastar. Se você está empregado, com toda certeza o seu salário é um número que você visualiza num monitor, sem nenhum tipo de contato físico. (As pessoas já enfrentaram imensas filas de banco para receber seus salários.) Se você anda de ônibus ou metrô, aproxima um cartão magnético de um leitor e está debitado. Sim, o proletariado brasileiro já aderiu ao dinheiro digital e faz tempo. O formato do dinheiro, enfim, não importa mais. E ele tem se vestido cada vez mais como um aparelhinho que quase todos nós possuimos.
DINHEIRO NO CELULAR
Milhões de japoneses (e austríacos, entre outros povos) já saem de casa sem dinheiro, cheque ou cartão. O crédito que ele precisa está num chip do celular. O cidadão entra num terminal de trem e não fica em fila de bilheteria nem mesmo põe a mão no bolso. Cada passageiro é liberado para entrar na plataforma (um passageiro por segundo) simplesmente porque carrega seu cell phone abastecido de ienes no bolso. O débito aparece no visor e é confirmado pelo som de um plin de caixa registradora.
O irônico é que esse método sem dinheiro visível foi amplamente implementado no Japão, país onde crimes e assaltos virtualmente não existem. Seria um luxo de Primeiro Mundo então? Aí vem a segunda ironia: o sistema está sendo implantado com grande sucesso em países da África! O chamado continente negro queimou várias etapas tecnológicas e mal passou pelo telefone fixo. Foi direto para o celular, e com o celular ganhou o moderníssimo e-money.
Quem ganha com ele? Compare com o processo tradicional: puxar a carteira do bolso, escolher notas (de olho em possíveis manos das redondezas), entregar as notas, esperar o troco, que talvez não exista e tenha que ser pedido na padaria da esquina. Já as transações eletrônicas podem demorar um décimo de segundo.
E tem a segurança. Dinheiro eletrônico é bloqueável, anulável, controlável por extratos on-line. E exige menos funcionários de quem o recebe, o que gera descontos e produtos mais baratos. Vai causar desemprego? Não para quem souber se adaptar aos novos tempos. É o caso da PayPal, a maior empresa de transações eletrônicas do mundo, com 120 milhões de contas em 100 países. Nela o mundo troca dinheiro e mercadorias com cliques do mouse. Só em 2006, 37,8 bilhões de dólares foram movimentados desse jeito. Pessoa a pessoa, sem interferência.
O que nos leva a outra boa notícia sobre o dinheiro eletrônico. Com ele, o poder absoluto dos bancos vai diminuir cada vez mais. Eles são hoje as únicas instituições que intermedeiam transações monetárias entre os cidadãos. Na nova realidade, isso acaba. Os bancos continuarão existindo, mas terão a concorrência de empresas telefônicas, de administradores de chips magnéticos etc. E, com a concorrência, você sabe: caem os preços cobrados nos bancos, cai a burocracia, cai o poder absoluto do atendente do outro lado da linha. A The Economist dá uns 15 anos para que o papel-moeda seja declarado oficialmente extinto. Deixa claro que sempre existirão nichos menos informatizados em que ele continuará a reinar. Mal comparando, o dinheiro de papel tende a virar uma espécie de disco de vinil. E sempre haverá os reacionários, para os quais nada substituirá o prazer de tirar uma nota de 100 crispando da carteira.
Para o resto de nós, vai importar cada vez menos saber quando saímos de casa se temos cash na carteira ou aqueles pesados círculos de metal que valem quase nada. Com o tempo, estaremos como os japoneses (e alguns africanos): preocupados apenas em levar o celular no bolso.
Fonte: UOL notícias
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Diz na Sagrada Escritura:
"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome." (Ap 13, 16-17)
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Britânicos aceitariam implante de microchip para pagamentos.
12.10.2006 - Londres.- Muitos consumidores britânicos aceitariam a implantação de microchips em seus corpos para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo em suas compras, segundo uma enquete do Instituto britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD).
Um em cada vinte adultos se diz disposto a usar um microchip em seu corpo para pagar suas compras e ajudar a evitar as fraudes com cartões de crédito, segundo a enquete. Entre adolescentes, a proporção aumenta para um de cada dez adolescentes.
Um scanner permitiria ler o microchip, conectando-se imediatamente com os dados bancários e de pagamento do cliente.
O jornal britânico informa ainda que o único caso conhecido de pagamento com microchips implantados no corpo humano é o da zona VIP de um clube de Barcelona. Eles recebem um microchip injetado no braço e que permite o acesso a algumas áreas, além de servir para pagar o consumo.
Segundo a analista de mercado da IGD, Geraldine Padbury, embora muitos consumidores possam temer por sua privacidade, os adolescentes, que constituem a próxima geração de compradores, não terão preconceitos contra os chips.
Fonte: UOL notícias
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Chip, ao alcance da sua mão!
Por Luciana Gulla
Fonte: Sacramusic.com
09.05.2006 - Há tempos, a idéia do implante dos marca-passos causava taquicardia somente em se pensar... Hoje, no desenrolar deste novo século, nos deparamos com o monitoramento dos minúsculos bio-chips os quais têm uma capacidade muito além de conter informações.
A agência de notícias Wnews anunciou no dia 25 de abril, que 42 famílias brasileiras já têm chips implantados no corpo, e que 11 mil famílias estão incluídas na lista de espera pela implantação do chip. Segundo o diretor e responsável pelo monitoramento do chip no País, o motivo pelo qual essas famílias se submetem a esse chip para monitoramento são o medo à violência.
Na Espanha, os clientes da casa noturna Baja Beach Club tem o chip implantado em sua pele, assim tudo que é consumido é também registrado no chip e no final da noite ao passar diante de um leitor, a conta é calculada.
No Japão, desde 2004 uma escola de ensino fundamental, implantou uma etiqueta eletrônica que utiliza a tecnologia de identificação por radiofreqüência, quando o aluno passa pelo portão da escola, o sistema automaticamente envia um e-mail para o celular dos pais.
Voltando ao Brasil... Em julho nascerá o primeiro bebê chipado. Babychip é o nome que o inventor deu ao chip que é implantado no cordão umbilical. Esta tecnologia foi desenvolvida para uma nova geração, não é para os adultos de hoje. Ela é um sinal dos novos tempos, disse Edymar de oliveira, inventor do babychip e pai do bebê que será o primeiro do mundo a receber o babychip.
Penso que cada vez mais o homem quer quebrar seus limites tecnológicos, ignorando a barreira entre homem e objetos, e... Uma vez que esses objetos estão cada vez mais microscópicos, tornando a interação homem-objeto cada vez mais transparente e virtual, o que se torna cada vez mais difícil definir onde acaba pele ou corpo e onde começa o objeto.
Mas o que tudo isso realmente significa? Apenas avanço tecnológico?
Tecnologicamente não temos como negar o benefício aparente que tais engenharias poderiam proporcionar além da segurança, facilidades, acompanhamento clínico, entretanto é interessante considerar que pouco-a-pouco a privacidade do individuo tem sido sutilmente exposta.
Quais seriam os outros interesses que poderiam surgir, sabendo das possibilidades infinitas que se abririam com a conectividade entre homem e objeto inteligente(micro-chip)?
A FDA, órgão de saúde norte-americano, liberou os primeiros testes clínicos com uma nova tecnologia, que permite que uma pessoa controle um computador por meio de um chip implantado em seu cérebro. A chamada BrainGate ("portal do cérebro") - um chip implantado na área do cérebro responsável pelos movimentos. O princípio de operação por detrás do BrainGate é que, com a função cerebral intacta, os sinais cerebrais são gerados mesmo que eles não sejam enviados ou não cheguem até os braços, mãos e pernas, no caso de deficientes físicos totalmente paralisados. Os sinais são interpretados e traduzidos em movimentos do cursor na tela, permitindo que, literalmente, o usuário controle o computador com o pensamento. (fonte: www.inovacaotecnologica.com.br )
Deixando fluir a imaginação e entendendo as possibilidades que a tecnologia pode nos oferecer, facilmente podemos pensar sobre o tipo de informação que um bio-chip poderia transmitir. Haveria por meio desta porta de comunicação sem FireWall a transferências de dados; desde as informações de identificação do homem até o seus pensamentos, consciente e subconsciente.
Poderia sem alardes, fazer a atualização do software para um objetivo especifico, e a critério do provedor, através de upload, melhorar a performance do sistema sem a chance do usuário bloquear uma ação deliberada.
Com uma maior eficiência do que os meios convencionais, todos estariam sendo intimamente monitorados e controlados, numa realidade não tão longe da ficção.
...Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome. Apocalipse 13,16-17
Qual a reflexão que devemos fazer diante dessa era?
Que o discernimento do Espírito recaia sobre nós e não nos deixe indiferentes diante da realidade que o mundo nos impõe...
Luciana Gulla
[email protected]
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Nota do Portal Anjo, por Dilson Kutscher www.portalanjo.com
Ainda me lembro, quando no ano de 1998, publiquei vários artigos no Portal Anjo, que naquele tempo chamava-se site "A Caminho da Redenção", sobre o implante de chip e o monitoramente de pessoas por satélites. Nem preciso dizer, que na época fui ironizado pelos visitantes, pois diziam que tal implante era coisa de filmes de ficção científica. Afirmavam que eu assustava as pessoas com essas idéias mirabolantes, já que implante de chip, monitoramente de satélites e câmeras nas ruas, era coisa de pessoas com visões um tanto alucinadas.
Sim, como disse a autora do artigo acima, essa é a realidade cada vez mais presente que o mundo nos impõe. Ainda bem que resolveram despertar sobre o tema implante de chip, pois antes tarde do que nunca. Pode ser um grande avanço tecnológico, mas quem vai ter o poder de controlar este avanço na vida pessoal da cada indivíduo?
Tudo isso foi anunciado com anos de antecedência, parece que agora já não são coisas de filmes de ficção, nem visões de mentes alucinadas...
Você ainda vai pagar para ver? Saiba que toda essa tecnologia terá um preço a pagar.
Saiba também que "eles" provavelmente já te controlam...
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Notícia de 14.05.2006 - Londres
Para coibir crime, TV britânica exibe imagens de ruas
Moradores do bairro de Shoreditch, no leste de Londres, estão recebendo na própria TV imagens da vizinhança filmadas por câmeras de circuito fechado.
O projeto "Digital Bridge" (Ponte Digital, em tradução livre) tem o objetivo de combater crimes e atos de vandalismo na região.
Pelo sistema, se os moradores perceberem algo estranho acontecendo nas ruas do bairro, eles podem ligar para a polícia, utilizando uma linha direta.
Privacidade
Morris diz que a preocupação levantada por alguns ativistas de direitos humanos de que o projeto representa uma invasão à privacidade não faz sentido.
Segundo ele, os moradores não têm o controle das câmeras e, portanto, não podem aproximar a imagem e identificar quem está passando na rua ou entrando num bar.
"Quando os policiais recebem uma ligação, o acesso da imagem aos moradores é desligado e a polícia passa a ter controle sobre a câmera", afirma.
Os organizadores querem ampliar o projeto e a idéia é que em seis meses 60 mil tenham possibilidade de usar o serviço. O acesso é de graça nos primeiros três meses, mas depois os moradores terão de pagar 3,5 libras esterlinas (cerca de R$ 13) por mês.
Fonte: UOL Notícias