Lista de maçons  no Vaticano publicada pelo site católico Montfort

 

A Montfort – Associação Cultural foi fundada em agosto de 1985 por um pequeno grupo de amigos, sob a direção do Professor Orlando Fedeli, com o intuito de estudar, de divulgar e de defender a doutrina católica.

 

Maiores informações: http://www.montfort.org.br

 

A publicação desta lista surgiu como resposta, depois que um padre e professor de teologia enviou um e-mail para o site da Monfort, direcionado ao sr. Orlando Fedeli.

 

“Pe. Dr. Luiz Alves de Lima, sdb - professor de teologia em S. Paulo, Curitiba e Goiânia, assesor da CNBB e do CELAM para a catequese, presidente da SCALA (sociedade latino-americana de catequetas), redator e editor da "Revista de Catequese", ariculista, conferencista e coordenador de inúmeros cursos de formação de catequistas”. (E que o senhor é Doutor, o senhor colocou nas suas informações iniciais de apresentação).

 

O padre Luiz Alves escreveu: 

Quero apresentar meu protesto formal contra a forma desairosa do comentarista (Orlando Fedeli), que apesar do nome "fiel", destila veneno tachando o grande liturgista BUGNINI (e consequentemente seu promotor PAULO VI) de MAÇON...
Protesto contra comentários venenosos contra o Concílio Vaticano II tachando a "Gaudium et Spes" de herege e outros qualificativos desonrosos... (etc....)

 

Parte da resposta do sr. Orlando Fedeli ao referido padre:

Muito prezado e Reverendo Padre Luis, ilustre Doutor em Teologia, salve Maria.

seu primeiro protesto, martelado, abruptamente e com força, é pela informação de que Monsenhor Bugnini foi maçom.

Concluo que o senhor, então, considera que um padre ser maçom é, pelo menos, um desdouro.

O senhor deveria protestar contra Monsenhor Dadeuz ou contra o Cardeal Avelar Brandão, que foram a lojas maçônicas, e contra tantos outros, não é Padre?

O senhor já escreveu algum protesto contra Bispos e padres que defendem a Maçonaria ou que não se pejam de ir a lojas?

Gostaria de conhecer esses seus protestos, que devem ter sido sem veneno, é claro. Mas, sinceramente, temo que o senhor jamais protestou contra Bispos que foram ou vão a lojas maçônicas, e nem contra teólogos — como Dom Estevão Bettencourt — que chegaram a escrever que católicos podem ser maçons. Aliás, seguiram eles o exemplo de João XXIII, que aconselhou o Barão Yves de Marsaudon que continuasse maçom.

Certamente, nos livros e manuais catequéticos que o senhor escreveu, o senhor não se esqueceu de dizer que um católico não pode ser maçom.

O senhor poderia me dizer, quando, em suas obras catequéticas, o senhor condenou a Maçonaria?

E o senhor, rapidamente estende a informação de que, se Bugnini foi maçom, Paulo VI que o protegia, também seria maçom.  

Essa conclusão ágil, pronta e um tanto elástica foi o senhor que a tirou, baseado apenas em sua capacidade de espichamento do que eu não disse. Eu nada disse sobre Paulo VI ter sido maçom ou não. Foi a sua exagerada elasticidade conclusiva que espichou a acusação até o protetor de Monsenhor Anibale Bugnini.

O senhor tem alguma prova de que Bugnini não foi maçom?

O próprio Papa Paulo VI julgou procedente a acusação lançada contra Bugnini de que este arquiteto-mor da Missa Nova foi maçom. Essa admissão de Paulo VI sobre o envolvimento de Bugnini com a Maçonaria foi comprovada por Michael Davies.

O que Paulo VI admitiu, o senhor põe em dúvida? Baseado em que?

O senhor tem algum indício de que Montini (Paulo VI) teria sido maçom?

É impossível haver maçons no Vaticano?  

Ingenuamente diriam alguns que é impossível haver comunistas no Vaticano.

Agora, ficou comprovado, com o caso de Monsenhor Wielgus, que isso não é tão impossível assim, visto que se chegou a escamotear, no Vaticano, que Monsenhor Wielgus foi espião do Partido Comunista, a ponto de Bento XVI até a semana passada ignorar quem ele mesmo nomeara para Arcebispo de Varsóvia, e declarar que colocava toda a sua confiança em Dom Wielgus. Depois...

Portanto, havia comunistas no Vaticano.

E se o partido comunista pode se infiltrar lá, por que a Maçonaria não teria pensado em fazer o mesmo, infiltrando-se  nas fileiras eclesiásticas, já que a Maçonaria tem uma experiência histórica secular desse tipo de infiltração?

Aliás, foi plano antigo da Maçonaria, eleger um Papa maçom.

O senhor deve conhecer os documentos carbonários publicados, até no Brasil, por Dom Boaventura Kloppenburg.

Pois vou ajudá-lo, Padre Luis, em sua pesquisa elástica, dando lhe algumas outras informações sobre o que a Maçonaria pensava de João XXIII e de Paulo VI, citando-lhe um livro insuspeito: Maçonaria e Igreja Católicade autoria dos Padres J.A.E. Benimeli, G. Caprile e V.Alberton, Editora Paulus, São Paulo, 1981. Cito a Quarta edição brasileira, que é de 1998.

Essa obra, escrita por vários sacerdotes, -- certamente de posição oposta à minha e à da Montfort -- defende a aproximação da Igreja e da Maçonaria.

Recomendo que o senhor, Padre Luis, a leia, para que saiba quantos padres (como, por exemplo, Dom Estevão Bettencourt) defendem essa aproximação, exatamente após o Concílio Vaticano II, concílio feito por João XXIII e Paulo VI.

Pois na página 100 e 101 desse livro, Reverendíssimo Padre Luis, o senhor poderá ler o seguinte:

 

"...cremos que sinais claros desta nova, mais serena atitude encontra–se (sic) também na posição assumida por alguns grupos maçônicos diante da figura dos dois papas artífices do Concílio, por ocasião de sua morte.

"Na de João XXIII, o Dr. G. Gamberini, Grão Mestre do Grande Oriente da Itália -- [e, acrescento eu, Bispo da Igreja Gnóstica] -- distribuiu a nota seguinte:

"Sucede quase sempre, que um papa deixe profundas lamentações no âmbito de sua Igreja, mas, certamente, é a primeira vez que um papa morre circundado pela simpatia e pelo afeto de toda a humanidade. Desaparece, como todos sentem, um homem bom. Juntamente com esse homem bom desaparece o mais límpido, e ao mesmo tempo, o mais genial e eficaz defensor da Igreja. Consagrara-se à sobrevivência da Igreja, e a esta sobrevivência estava pronto a sacrificar todo outro valor tradicionalmente a ela associado  [e foi o que João XXIII e Paulo VI fizeram no Vaticano II]. A sua morte é grande mal para a Igreja. Mas desaparece, também, um homem que se prometia colmar (sic) [tapar], em virtude de um autêntico sentimento cristão, o abismo escavado pela Igreja, antes dele, entre si mesma e a civilização moderna. E a sua morte é um grande mal para todos". (Dr G. Gamberini citado por  J.A.E. Benimeli, G. Caprile e V.Alberton, Maçonaria e Igreja Católica , editora Paulus, São Paulo, 1981. Cito a Quarta edição brasileira, que é de 1998, pp. 100-101. Os destaques são meus).

 

Nessa mensagem, Padre Luis, o senhor poderá notar não só a admiração de um alto maçom por João XXIII, como principalmente a informação de que João XXIII aceitou sacrificar os valores tradicionais da Igreja, para que ela sobrevivesse. 

Teria alguém ameaçado a Igreja de que ela pereceria, e que João XXIII negociou a sobrevivência da Igreja em troca do sacrifício de seus valores mais tradicionais?

Que coisa inesperada, não é Padre?

Um Papa sacrificar os valores tradicionais da Igreja...

Se foi assim, o sacrifício dos valores mais tradicionais da Igreja foi feito no Concílio Vaticano II. E foi o Vaticano II que aceitou a civilização moderna, isto é, o antropocentrismo, colocando o Homem no lugar de Deus, como sempre a Maçonaria fez, e quis.

O mesmo maçom Gamberini, "Bispo" da Igreja Gnóstica, elogiou também o Papa Paulo VI, por ocasião de sua morte, dizendo:

 

"(...) Nenhum dos seus predecessores foi tão difamado como ele. Talvez, porque, no seu tempo, a arte de difamar não conseguira as presentes garantias de impunidade. Mas, sem dúvida, a ele e não aos seus predecessores coube a sorte de tomar conhecimento da incumbência da ameaça final para a sua Igreja como para todas as religiões, como para toda espiritualidade. E teve de bater-se e procurou fazê-lo em mais de uma frente, com mais de uma tática. Para os outros a morte de um Papa é um acontecimento proverbialmente raro, mas que acontece, não obstante com a freqüência de anos e de decênios. Para nós é a morte de quem fez cair a condenação de Clemente XIV e de seus sucessores. Ou seja, é a primeira vez -- na História da Maçonaria moderna -- que morre o chefe da maior religião ocidental, não em estado de hostilidade com os maçons. E pela primeira vez na História os maçons podem render homenagem ao túmulo de um Papa, sem ambigüidades nem contradições". (Dr G. Gamberini citado por  J.A.E. Benimeli, G. Caprile e V.Alberton, Maçonaria e Igreja Católica , editora Paulus , São Paulo, 1981. Cito a Quarta edição brasileira, que é de 1998, pp101-102. Os destaques são meus).

 

Essa foi a honra de Paulo VI: ser honrado pela Maçonaria sem ambigüidades, nem contradições.

E se diz nesse texto que Paulo VI estava consciente "da ameaça final para a sua Igreja como para todas as religiões, como para toda espiritualidade".

Que ameaça foi essa, e quem a fez?

Parece, então, que o senhor acertou algo em sua elasticidade conclusiva. Parabéns, Padre.

Mas note que quem dá essas informações tremendas sobre a admiração da Maçonaria por Paulo VI são Padres da linha progressista. Não é a Montfort.

E não concluo que só por proteger Bugnini que fique provado que Paulo VI foi maçom. Felizmente, não tenho a sua elasticidade, Padre.

E há mais.

Na famosa lista de maçons no Vaticano, feita pelo jornalista Mino Pecorelli, assassinado depois em Roma, consta como maçom o nome do secretário pessoal de Paulo VI, Monsenhor Pasquale Macchi, -- ele é o número 61 da lista que lhe copio abaixo, enquanto Monsenhor Anibale Bugnini aparece no número 25 da lista Pecorelli.

Dom Pasquale Macchi foi quem fez construir um monumento maçônico a Paulo VI, no Sacro Monte di Varese. (Cgr  Franco Adessa, Un Monumento Massonico", editrice Civiltà, Brescia, 2000). O senhor conhece esse bem curioso monumento?

Veja suas fotos e a correspondência das figuras que há no monumento com emblemas dos graus 16,17 e 18 da Maçonaria

O que aparece nesses emblemas é repetido no monumento fotografado à direita.

E há ainda outra coisa estranha: o túmulo da família Alghisi da mãe de Paulo VI, em Verolavecchia, contém símbolos típicos da Maçonaria...

Por que será que Paulo VI nunca se preocupou em substituir esses símbolos maçônicos por uma cruz ? Será que ele achava que isso não tinha importância maior? Que esquisito...

Veja a foto desse túmulo e um destaque dos símbolos que há nele:

Passo-lhe, agora, a famosa lista de maçons no Vaticano publicada por Mino Pecorelli, e que lhe custou a vida.

Como já lhe disse, Monsenhor Bugnini é o número 25 dessa lista, e o secretário pessoal de Paulo VI, Monsenhor Pasquale Macchi é o número 61.

 

A lista abaixo é uma relação completa de Maçons no Vaticano, reimpressa com algumas atualizações tiradas do Bulletin de l"Occident Chrétien (Boletim do Ocidente Cristão) Nr.12, Julho de 1976, (Diretor Pierre Fautrad a Fye - 72490 Bourg Le Roi.) O nome de cada membro é seguido por sua posição,caso for conhecida; a data em que foi iniciado na Maçonaria, seu código #; e seu nome código, caso seja conhecido.

1. Albondi, Alberto. Bispo de Livorno. Iniciado em 5-8-58; I.D. # 7-2431.
2. Abrech, Pio. Da Sagrada Congregação dos Bispos. 27-11-67; # 63-143.
3. Acquaviva, Sabino. Professor de Religião na Universidade de Pádua. 3-12-69; # 275-69.

4. Alessandro, Padre Gottardi. (Doutor nos encontros Maçônicos) Presidente dos Irmãos Maristas 14-6-59.
5. Angelini Fiorenzo. Bispo de Messenel - Grecia. 14-10-57; # 14-005.
6. Argentieri, Benedetto. Patriarca da Santa Sé. 11-3-70; # 298-A.
7. Bea, Augustin. Cardeal.

8. Baggio, Sebastiano. Cardeal Prefeito da Sagrada Congregação de Bispos. 14-8-57; # 85-1640. Nome código Maçônico "SEBA." Ele controla a Consagração de Bispos .

9. Balboni, Dante. Assistente do Pontificado do Vaticano . Comissão de Estudos Biblicos 23-7-68; # 79-14 "BALDA."

10. Baldassarri, Salvatore. Bispo of Ravenna, Italia. 19-2-58; # 4315-19. "BALSA."
11. Balducci, Ernesto. Artista de imagens Religiosas. 16-5-66; # 1452-3.
12. Basadonna, Ernesto. Prelado de Milão, 14-9-63; # 9-243. "BASE."
13. Batelli, Guilio. Leigo e membro de várias academias científicas. 24-8-59; # 29`-A. "GIBA."

14. Bedeschi, Lorenzo. 19-12-59; # 24-041. "BELO."
15. Belloli, Luigi. Reitor de Seminario; Lombardia, Itália. 6-4-58; # 22-04. "BELLU."
16. Belluchi, Cleto. Bispo Auxiliar de Fermo - Itália. 4-6-68; # 12-217.
17. Bettazzi, Luigi. Bispo de Ivrea, Itália. 5-11-66; # 1347-45. "LUBE."
18. Bianchi, Ciovanni. 10-23-69; # 2215-11. "BIGI."

19. Biffi, Franco, Monsenhor Reitor da Pontifícia Universidade Igreja de São João Laterano . 8-15-59. "BIFRA."
20. Bicarella, Mario. Prelado de Vicenza, Itália. 9-23-64; # 21-014. "BIMA."
21. Bonicelli, Gaetano. Bispo de Albano, Itália. 12-5-59; # 63-1428, "BOGA."
22. Boretti, Giancarlo. 3-21-65; # 0-241. "BORGI."

23. Bovone, Alberto. Secretário Substituto do Santo Ofício. 30-3-67; # 254-3. "ALBO."
24. Brini, Mario. Arcebispo e Secretário dos Chineses, Orientais, e Pagãos.. Membro da Pontificia Comissão para a Rússia. Tem o controle em reescrever o Cânon das Leis. 7-7-68; # 15670. "MABRI."
25. Bugnini, Annibale. Arcebispo.Elaborou a Nova Missa. Enviado para o Irã, 23-4-63; # 1365-75. "BUAN."

26. Buro, Michele. Bispo. Prelado da Pontificia Comissão para a América Latina, 21-3-69; # 140-2. "BUMI."

27. Cacciavillani, Agostino. Secretariado de Estado. 6-11-60; # 13-154.
28. Cameli, Umberto. Diretor no Ofício do Assuntos Eclesiásticos da Itália no que se refere a Educação da Doutrina Católica. 17-11-60; # 9-1436.
29. Caprile, Giovanni. Diretor dos Assuntos Católicos Civis. 5-9-57; # 21-014. "GICA."
30. Caputo, Giuseppe. 15-11-71; # 6125-63. "GICAP."

31. Casaroli, Agostino. Cardeal. Secretário de Estado sob os auspícios de João Paulo II desde 1 de Julho de 1979 até sua aposentadoria em 1989. 28-9-57; # 41-076. "CASA."

32. Cerruti, Flaminio. Diretor de Gabinete da Universidade para o estudo das Congregações. 2-4-60; # 76-2154. "CEFLA."

33. Ciarrocchi, Mario. Bispo. 8-23-62; # 123-A. "CIMA."

34. Chiavacci, Enrico. Professor de Teologia Moral, Universidade de Florença, Itália. 2-7-70; # 121-34. "CHIE."

35. Conte, Carmelo. 16-9-67; # 43-096. "CONCA."
36. Csele, Alessandro. 25-3-60; # 1354-09. "ALCSE."
37. Dadagio, Luigi. Nuncio Papal para a Espanha. Arcebispo de Lero. 8-9-67. # 43-B. "LUDA."

38. D"Antonio, Enzio. Arcebispo de Trivento. 21-6-69; # 214-53.
39. De Bous, Donate. Bispo. 24-6-68; # 321-02. "DEBO."
40. Del Gallo Reoccagiovane, Luigi. Bispo.

41. Del Monte, Aldo. Bispo de Novara, Itália. 25-8-69; # 32-012. "ADELMO."
42. Faltin, Danielle. 4-6-70; # 9-1207. "FADA."

43. Ferraioli, Giuseppe. Membro da Sagrada Congregação para Assuntos Públicos. 24-11-69; # 004-125. "GIFE."

44.Franzoni, Giovanni. 2-3-65; # 2246-47. "FRAGI."

45. Gemmiti, Vito. Sagrada Congregação dos Bispos. 25-3-68; # 54-13. "VIGE."
46. Girardi, Giulio. 8-9-70; # 1471-52. "GIG."

 47. Fiorenzo, Angelinin. Bispo. Título de Comendador do Espírito Santo. Vigário Geral dos Hospitais Romanos. Controla os fundos financeiros dos hospitais. Foi sagrado Bispo em 19-7-56; filiou-se a Maçonaria em 14-10-57.
48. Giustetti, Massimo. 4-12-70; # 13-065. "GIUMA."

49. Gottardi, Alessandro. Procurador e Postulador Geral dos Irmãos Maristas - Arcebispo de Trento. 13-6-1959; # 2437-14. "ALGO."

50. Gozzini, Mario. 14-5-70; # 31-11. "MAGO."

51. Grazinai, Carlo. Reitor do Seminário Vaticano Menor. 23-7-61; # 156-3. "GRACA."
52. Gregagnin, Antonio. Tribuno das Primeiras Causas para a Beatificação. 19-10-67; # 8-45. "GREA."

53. Gualdrini, Franco. Reitor de Capranica. 22-5-61; # 21-352. "GUFRA."
54. Ilari, Annibale. Abbot. 3-16-69; # 43-86. "ILA."

55. Laghi, Pio. Nunzio, Delegado Apostólico para a Argentina, e depois para os E. U. A até l 1995. 24-8-69; # 0-538. "LAPI."

56. Lajolo, Giovanni. Membro do Conselho para os Assuntos Públicos da Igreja. 27-7-70; # 21-1397. "LAGI." 

57. Lanzoni, Angelo. Chefe de Gabinete do Secretário de Estado.24-9-56; # 6-324. "LANA."
58. Levi, Virgillio, Monsenhor. Diretor Assistente do Jornal Oficial do Vaticanor, L"Osservatore Romano. Admistra a Estação de Rádio do Vaticano. 4-7-58; # 241-3. "VILE."

59. Lozza, Lino. Chanceler da Academia São Tomás de Aquino da Religião Católica de Roma . 23-7-69; # 12-768. "LOLI."

60. Lienart, Achille. Cardeal. Grão Mestre Maçom de alto grau. Bispo de Lille, França. Recruta Maçons. Foi o líder das Forças Progressistas no Concílio Vaticano II.
61. Macchi, Pasquale. Cardeal e Prelado de Honra e Secretário Particular do Papa Paulo VI 23-4-58; # 5463-2. "MAPA."
62. Mancini, Italo. Diretor de Sua Santidade. 18-3-68; # l551-142. "MANI."
63. Manfrini, Enrico. Consultor Leigo da Pontificia Comissão das Artes Sagradas. 21-2-68; # 968-c. "MANE."
64. Marchisano, Francesco. Prelado de Honra do Papa. Secretário da Congregação para os Seminários e Universidades de Estudos. 2-4-61; 4536-3. "FRAMA."
65. Marcinkus, Paul. Guarda Costas Americano do Papa. da cidade de Cicero, Illinois. Presidente do Instituto de Treinamentos Religiosos. 21-8-67; # 43-649. Apelidado "GORILLA." Nome Código "MARPA."

66. Marsili, Saltvatore. Abade da Ordem de São Benedito de Finalpia, próximo a Modena, Itália. 2-7-63; # 1278-49. "SALMA."
67. Mazza, Antonio.Bispo Titular de Velia. Secretário Geral do Ano Santo em 1975.1 4-4-71. # 054-329. "MANU."
68. Mazzi, Venerio. Membro do Conselho para os Assuntos Públicos da Igreja. 13-10-66; # 052-s. "MAVE."
69. Mazzoni, Pier Luigi. Membro da Congregação de Bispos. 9-14-59; # 59-2. "PILUM."
70. Maverna, Luigi. Bispo de Chiavari, Genova, Italia. Assistente Geral da Itália Católica Azione. 3-6-68; # 441-c. "LUMA."
71. Mensa, Albino. Arcbispo de Vercelli, Piemonte, Itália. 23-7-59; # 53-23. " MENA."
72. Messina, Carlo. 3-21-70; # 21-045. "MECA."
73. Messina, Zanon (Adele). 9-25-68; # 045-329. " AMEZ."
74. Monduzzi, Dino. Regente da Prefeitura da Casa Pontifícia. 11-3 -67; # 190-2. "MONDI."
75. Mongillo, Daimazio. Professor de Teologia Moral Dominicana, no Instituto Santos Anjos de Roma 16-2-69; # 2145-22. "MONDA."
76. Morgante, Marcello. Bispo de Ascoli Piceno na Itália Oriental. 22-7-55; # 78-3601. "MORMA."
77. Natalini, Teuzo. Vice Presidente dos Arquivos do Secretariado do Vaticano. 6-17-67; # 21-44d. "NATE."
78. Nigro, Carmelo. Reitor do Pontifício Seminário de Estudos Maiores. 21-12-70; # 23-154. "CARNI."
79. Noe, Virgillio. Maçom e Chefe da Sagrada Congregação da Divina Adoração. Ele e Annibale Bugnini, pagaram 5 Pastores Protestantes e um Rabino Judeu para escreverem a Nova Missa. 3-4-61; # 43652-21. "VINO."
80. Palestra, Vittorie. Ele é o Conselheiro Legal da Sagrada Rota do Estado do Vaticano. 6-5-43; # 1965. "PAVI."
81. Pappalardo, Salvatore. Cardeal. Arcebispo de Palermo, Sicilia. 15-4-68; # 234-07. "SALPA."
82. Pasqualetti, Gottardo. 15-6-60; # 4-231. "COPA."
83. Pasquinelli, Dante. Ele é ou era o Conselheiro do Nuncio de Madri - Espanha. 12-1-69; # 32-124. "PADA."
84. Pellegrino, Michele. Cardeal. Chamado de "Protetor da Igreja" , Arcebispo de Torino 2-5-60; # 352-36. "PALMI."
85. Piana, Giannino. 2-9-70; # 314-52. "GIPI."
86. Pimpo, Mario. Vigário do Escritório de Assuntos Gerais. 15-3-70; # 793-43. "PIMA."
87. Pinto, Monsignor Pio Vito. Adido do Secretário de Estado e Tabelião da Segunda Secção do Supremo Tribunal e da Assinatura Apostólica. 2-4-70; # 3317-42. "PIPIVI."
88. Poletti, Ugo. Cardeal. Vigário da Santissima Diocese de Roma. Controla o clero de Roma desde 6-3-73. Membro da Sagrada Congregação dos Sacramentos e da Divina Adoração. Ele é o Presidente das Obras Pontifices e da Preservação da Fé. É também Presidente da Academia Litúrgica. 17-2-69; # 32-1425. "UPO."
89. Rizzi, Monsignor Mario. Sagrada Congregação dos Ritos Orientais . Consta como "Prelado Bispo de Honra do "Santo Padre, o Papa." Atua sob comando do Maçom de Alto Grau Mario Brini na manipulação de Leis Canônicas. 16-9-69; # 43-179. "MARI," "MONMARI."
90. Romita, Florenzo. Era da Sagrada Congregação do Clero. 21-4-56; # 52-142. "FIRO."
91. Rogger, Igine. Oficial da Santa Sé (Diocese de Roma). 16-4-68; # 319-13. "IGRO."
92. Rossano, Pietro. Sagrada Congregação das Religiões Não-Cristãs. 12-2-68; # 3421-a. "PIRO."
93. Rovela, Virgillio. 6-12-64; # 32-14. "ROVI."
94. Sabbatani, Aurelio. Arcebispo de Giustiniana (Giusgno, Provincia de Milar, Itália). Primeiro Secretário da Suprema Assinatura Apostólica. 22-6-69; # 87-43. "ASA"
95. Sacchetti, Guilio. Delegado dos Governadores - Marchese. 8-23-59; # 0991-b. "SAGI."
96. Salerno, Francesco. Bispo. Prefeito dos Atos Eclesiásticos. 4-5-62; # 0437-1. "SAFRA"
97. Santangelo, Franceso. Substituto Geral do Conselho de Defesa Legal. 12-11-70; # 32-096. "FRASA."
98. Santini, Pietro. Vice Oficial do Vigário. 23-8-64; # 326-11. "SAPI."
99. Savorelli, Fernando. 14-1-69; # 004-51. "SAFE."
100. Savorelli, Renzo. 6-12-65; # 34-692. "RESA."
101. Scanagatta, Gaetano. Sagrada Congregação do Clero. Membro da Comissão de Pomei e Loreto, Itália. 9-23-71; # 42-023. "GASCA."
102. Schasching, Giovanni. 18-3-65; # 6374-23. "GISCHA," "GESUITA."
103. Schierano, Mario. Bispo Titular de Acrida (Acri na Provincia de Cosenza, Itália.) Chefe Militar Capelão das Forças Armadas da Itália. 3-7-59; #14-3641. "MASCHI."
104. Semproni, Domenico. Tribunal do Vicariato do Vaticano.16-4-60; # 00-12. "DOSE."
105. Sensi, Giuseppe Mario. Titular Arcebispo de Sardi (na Asia Menor, próximo a Esmirna). Nuncio Papal de Portugal. 2-11-67; # 18911-47. "GIMASE."
106. Sposito, Luigi. Pontificia Comissão para os Arquivos da Igreja na Itália. Chefe Administrador do Assento Apostólico do Vaticano.
107. Suenens, Leo. Cardeal. Título: Protetor da Igreja de São Pedro In Vincolis, fora de Roma. Promove o Pentecostalismo Protestante (Carismáticos). Atuava junto a 3 Congregações Sacras : 1) Propagação da Fé; 2) Ritos e Cerimonias na Liturgia; 3) Seminários . 15-6-67; # 21-64. "LESU."
108. Trabalzini, Dino. Bispo de Rieti (Reate, Peruga, Itália). Bispo Auxiliar do Sul de Roma. 6-2-65; # 61-956. "TRADI."
109. Travia, Antonio. Arcebispo Titular de Termini Imerese. Diretor das Escolas Católicas. 15-9-67; # 16-141. "ATRA."
110. Trocchi, Vittorio. Secretário Laico para o Consistório Catolico para Consultas do Estado do Vaticano 12-7-62; # 3-896. "TROVI."
111. Tucci, Roberto. Diretor Geral da Rádio Vaticano. 21-6-57; # 42-58. "TURO."
112. Turoldo, David. 9-6-67; # 191-44. "DATU."
113. Vale, Georgio. Padre. Oficial da Diocese de Roma. 21-2-71; # 21-328. "VAGI."
114. Vergari, Piero. Chefe Oficial do Gabinete de Assinatura para os Protocolos do Vaticano. 14-12-70; # 3241-6. "PIVE."
115. Villot, Jean. Cardinal. Secretário de Estado durante o reinado do Papa Paulo VI. Ele é o Camerlengo (Tesoureiro). "JEANNI," "ZURIGO."
116. Zanini, Lino. Titular Arcebispo de Andrianopolis, Turquia. Nuncio Apostólico. Membro da Reveredissima Fábrica da Basilica de São Pedro.

 

OS SEGUINTES CLÉRIGOS DA MAÇONARIA DE DO VATICANO FORAM DENUNCIADOS APÓS A LISTA ACIMA TER SIDO COMPILADA

 

1. Fregi, Francesco Egisto. 2-14-63; # 1435-87.

2. Tirelli, Sotiro. 5-16-63; # 1257-9. "TIRSO."

3. Cresti, Osvaldo. 5-22-63; # 1653-6. "CRESO."
4. Rotardi, Tito. 8-13-63; # 1865-34. "TROTA."
5. Orbasi, Igino. 9-17-73; # 1326-97. "ORBI."
6. Drusilla, Italia. 10-12-63; # 1653-2. ""DRUSI "
7. Ratosi, Tito. 11-22-63; # 1542-74 "TRATO."
8. Crosta, Sante. 11-17-63; # 1254-65. "CROSTAS.

 

De passagem, Padre Luis, quero lhe agradecer sua carta e sua dúvida sobre o que eu disse, porque assim me deu a oportunidade de publicar, no site Montfort, a lista Pecorelli, que muitos, no Brasil, desconhecem.

Critiquei Bugnini e até Paulo VI. Mas Bugnini não é a Igreja. O Papa Paulo VI foi Vigário de Cristo na terra, sucessor de Pedro, e como Pedro, embora infalível, não foi inerrante em política e em sua conduta pessoal. O Papa, infalível, não é impecável.

 

São Paulo, 23 de Janeiro de 2007.

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

http://www.montfort.org.br