Ave César, os que estão para morrer vos saudam: No Tempo dos Césares Modernos


27.05.2014 -

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Diz na Sagrada Escritura:

"Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (São Mateus 22, 21)

Naquele tempo, os homens andavam apressados pelas ruas, suas vidas eram ditadas pelos ponteiros do relógio. Como máquinas vivas, cumpriam sua programação diária.

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Naquele tempo, se falava na evolução da humanidade, numa sociedade civilizada, no homem moderno, mas eram somente palavras para ocultar a ruina de uma civilização que apesar de declarar-se tão moderna e evoluida, repetia os mesmos erros do seu passado.

Naquele tempo, os homens tratavam seus animais com mais respeito e dignidade que seus próprios semelhantes. Assassinavam os inocentes ainda no ventre de suas mães e deixavam para morrer de fome suas crianças e idosos. Era um tempo sombrio, onde reinava a mais completa falta de misericórdia.

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Naquele tampo, os homens gritavam por libertade, se diziam livres dos grilhões da escravidão, porém, a maioria deles era escrava e nem sabia. Mesmo aqueles que sabiam, aceitavam a escravidão em silêncio.

Naquele tempo, os que governavam o povo bradavam igualmente a liberdade, se dizendo governantes justos, que governavam para o bem maior de sua Nação. O povo por sua vez, desconhecia que seus governos na verdade eram como os dos Césares da antiguidade,  imperadores que governavam com "braço de ferro" seu povo.

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Naquele tempo, os Césares modernos e os seus aliados de governo, iludiam o povo com seus vãos discursos, somente palavras vazias, diante da verdadeira realidade de sua Nação. O seu povo morria pelas ruas e César dizia sempre que seu povo era feliz. A saúde de seu povo se agravava todos os dias e César dizia novamente que seu povo era feliz.

Naquele tempo, o povo estava inquieto, havia uma nitida perturbação no ar e muitas revoltas explodiram em muitos lugares da Nação. César e seus aliados, percebendo que num futuro próximo a revolta iria tomar conta de toda aquela Nação, com certeza haveria um grande caos e descontrole daquela sociedade. César achou a solução para que o povo fosse distraido de todos seus problemas e não percebesse que seu governo não era para liberdade, mas sim para total escravidão de seu povo. César e os seus comparsas, convocaram os "jogos", os "gladiadores" para lutarem entre si e com isto distrair e divertir o povo rebelde.

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Pois, talvez com essa disfarçada diversão, o povo sofrido de sua Nação, morresse pelas ruas mais "feliz" e a rebelião fosse esquecida.

Naquele tempo, muitos servidores de DEUS, que se diziam sacerdotes a serviço do Altissimo, em seu coração não serviam ao SENHOR, mas a eles mesmos, aos poderosos e ao próprio César.

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"Mas eles clamavam: Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o! Pilatos perguntou-lhes: Hei de crucificar o vosso rei? Os sumos sacerdotes responderam: Não temos outro rei senão César!" (São João 19, 15)

E o grito de CRUCIFICA-O retumbava por todas as Nações que se declaravam cristãs.

Aquele era um Tempo como nunca houve.

Dilson Kutscher  -  www.rainhamaria.com.br


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