São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir: O Santo que esteve no Inferno (Auschwitz)


14.08.2014 -

n/d

A Igreja nos convida hoje a celebrarmos a memória litúrgica de São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir. Como bem definiu o Papa Paulo VI, de venerável memória, este grande homem é um “mártir do amor”. Seu martírio e sua vida são provas concretas de que, mesmo no século XX (durante o regime nazista), ou até nos dias hodiernos, com uma sociedade egocêntrica, que busca dividir as pessoas e as tornarem menos fraternas, as palavras de Jesus incidem vivamente entre nós: “Não há maior amor do que dá a vida pelos próprios amigos” (Jo 15, 13). Verdadeiramente São Maximiliano viveu estas palavras na radicalidade do Evangelho. Elas não lhe serviram apenas de modelo, mas estão íntrinsecamente ligadas a sua vida, são partes de sua biografia.

Certa vez, ainda jovem, e confuso com o seu futuro, interroga aos pés de uma imagem de Nossa Senhora. Então a Virgem Maria lhe aparece trazendo nas mãos duas coroas: uma vermelha (representando o martírio) e a outra branca (representando a castidade). Pois bem, a Virgem lhe pede que escolha, e ele, com divina sabedoria, escolhe as duas. Quando é enviado para Roma, para lá concluir seus estudos (pois divina era a sua sabedoria), pediu para não ir, pois sabia como era difícil manter a castidade. Mas, devido o voto de obediência, ele foi. E lá fez sua profissão solene em 1º de novembro de 1914.

Mas o que mais o chocou em Roma é o fato de que os inimigos da Igreja atacavam-na e os católicos não tinham uma devida reação. Por isso ele fundou a Milícia da Imaculada. Aqui cabe-nos uma pequena reflexão de como muitos dos nossos católicos hoje reagem [ou não reagem!] mediante os ataques contínuos a Igreja. Bem verdade que a Igreja sempre esteve neste incessável combate, isto já não é novidade. Mas o que mas admira-me é ver que muitos católicos dão razão ao mundo, às suas perspectivas, e fecham-se a mensagem salvadora de Cristo, transmitida por meio de Sua Igreja. Os ensinamentos cristãos não são apenas “conselhos”, e muito menos é uma estória, mas são meios de fazer com que os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4). Bem escreveu São Maximiliano no último número de “Cavaleiro da Imaculada”: “Ninguém no mundo pode mudar a verdade. O que podemos fazer é procurá-la e servi-la quando a tenhamos encontrado. O conflito real de hoje é um conflito interno. Mais além dos exércitos de ocupação e das hecatombes dos campos de extermínio, há dois inimigos irreconciliáveis no mais profundo de cada alma: o bem e o mal, o pecado e o amor. De que nos adiantam vitórias nos campos de batalha, se somos derrotados no mais profundo de nossas almas?”

Olhemos para São Maximiliano. Será que o seu martírio [amados irmãos que se dizem “católicos”, mas na verdade não agem de tal forma] foi em vão? Será que o martírio dos vários santos venerados pela Igreja foi em vão? Que vida hipócrita tem um católico que só o-é por nome, mas não assume tal identidade.

Hoje São Maximiliano oferece, com Cristo e em Cristo, um único cálice pela salvação dos homens. Hoje a Igreja invoca-o para que os homens reconheçam que somente em Cristo o homem encontra plena felicidade, e que neste mundo, mesmo com todo o conforto e com toda a diposição de bens materiais, o verdadeiro Bem do cristão sempre será Jesus Cristo.

Há meus irmãos! Como é belo o testemunho dos santos que florecem na Igreja. Mesmo com o pecado de seus filhos, a Igreja, Mãe e Mestra, nos mostra que há pessoas que venceram as batalhas espirituais neste mundo. E se elas venceram por que eu não poderia também vencer?

Os santos não eram infalíveis. Quantos foram tentados a uma vida cômoda, abastada das suas riquezas? Quantos foram tentados para abandonarem a castidade? Se você busca uma santidade sem tentações então você não busca a santidade, mas uma vida vazia. Só entra para o Reino de Deus quem aqui na terra já o vive santamente.

“Não tenham medo de amar demasiado a Imaculada; jamais poderemos igualar o amor que teve por Ela o próprio Jesus: e imitar Jesus é nossa santificação. Quanto mais pertençamos à Imaculada, tanto melhor compreenderemos e amaremos o Coração de Jesus, Deus Pai, a Santíssima Trindade”, dizia São Maximiliano.

O amor ardoroso por Maria e por Jesus ardia no coração deste santo. Maria, medianeira de todas as graças, sempre fez-se presente na sua vida. Contemplemos São Maximiliano, vejamos a sua entrega ao próximo e o seu amor por Jesus e Maria. Peçamos que, imitando Jesus, cheguemos a santificação. Pois quem não ama Maria oculta-se dos mistérios do Coração de Jesus. E enquanto a nossa sociedade, geradora de ideologias anti-evangélicas, dissimular-se de Cristo, não encontrará resposta às suas indagações.

Morrendo no lugar de um pai de família, no campo de Auschwitz, com uma injeção de ácido carbólico, ele quis mostrar-nos que para ser um servo de Deus devemos enfrentar tudo, mesmo a morte. E que não pode ser servo de Deus, quem só busca servir a este mundo. Pois quem poupa-se nesta vida não será poupado na outra. Caindo, morto, São Maximiliano ensina-nos que devem cair também os nossos pecados, para que resurja uma nova criatura.

São Maximiliano Maria Kolbe,
rogai por nós!

 

São Maximiliano Kolbe: O Santo que esteve no Inferno (Auschwitz)

(Texto escrito com base no livro O Santo que esteve no Inferno, de Ivo Montanhese)

Salve Maria!

Este texto trata de uma parte da vida deste famoso santo, São Maximiliano Kolbe, que muito sofreu durante as perseguições nazistas na Polônia e bastante mais ao chegar junto ao comboio de prisioneiros ao campo de concentração de Amtitz, onde lá conheceu o terrível campo de concentração em Óswiecin, que os alemães chamavam de Auschwitz – o campo de concentração mais terrível do domínio nazistas, repleto de horrores, humilhações, trabalhos contínuos e forçados e com alimentação extremamente miserável.

Em Auschwitz, os prisioneiros sofriam como se fossem animais judeus, mulheres, idosos, crianças, sacerdotes… todos passavam fome e frio, viviam numa triste promiscuidade e, diariamente, sofriam pela prepotência dos guardas que os tratavam a pontapés e chicotadas. Homens que um dia foram exemplares cidadãos, tornaram-se ladrões que furtavam seus próprios companheiros de infortúnio: roubavam pedaços de pão que os seus companheiros escondiam debaixo dos cobertores e delatavam os mesmos aos guardas. As mulheres prisioneiras que um dia foram exemplares mães de família se prostituíam por um pedaço de pão ou um pouquinho de sopa. Se entregam às mais degradantes orgias por não terem mais a mínima esperança em escapar daquele inferno.

Procurarei escrevê-lo da forma mais compreensível, com base nos trechos mais importantes do livro. Não deixe que a preguiça o impeça de ler este resumo.

- 19 de setembro de 1941

 

Além dos judeus, os sacertores católicos incomodavam Gestapo (polícia do regime nazista), porém, havia um frade franciscano polonês que muito a incomodava. O nome do frade era Maxiiliano Kolbe, que vivia no convento de Niepokalanów (que significa Cidade da Imaculada). Naquele dia, a Wehrmacht (em alemão significa Força de Defesa, nome do conjunto das forças armadas que serviam ao Terceiro Reich) se apresentou às portas do convento ordenando que todos os frades deixassem imediatamente a casa sem levar nada além da roupa que usavam no corpo. No convento deveria ficar apenas dois frades: um enfermeiro e um ajudante para que cuidassem dos feridos. Os frades pediram para que seu superior, frei Maximiliano Kolbe, ficasse para ajudar os feridos, mas ele não quis ficar e partiu com o grupo.

 - Então, no dia 24 de setembro de 1941, Frei Maximiliano Kolbe junto aos seus companheiros frades chegaram ao campo de concentração de Amtitz, onde lá tiveram uma prévia do inferno que iriam sofrer.

Em toda sua permanência como prisioneiro, Frei Maximiliano Kolbe animava os prisioneiros com palavras de conforto e carinho e sempre pedia que tivessem confiança na Imaculada Virgem Maria. Ele animava-os e dava-lhes coragem para se manterem firmes naquele lugar tenebroso. Frei Maximiliano demonstrava tamanho carisma que os guardas alemães ficavam completamente desconcertados vendo aquele frade magro os olhar com tamanha doçura, sempre demonstrando um sorriso nos lábios não obstante a visão que teve de seu futuro, que previa não estar muito distante e que seria ainda mais sofrido. Mesmo assim, Frei Maximiliano ainda dava medalhas da Imaculada aos guardas – não por motivo de zombaria – e estes se mostravam, mesmo que poucas vezes, mais humanos.

Apesar de tantos tormentos que ali sofriam, o verdadeiro tormento ainda estava por vir.

- Frei Maximiliano Kolbe, certa vez, falou a seus confrades religiosos: Coragem, meus filhos! Nossa missão está para terminar. Vamos aproveitar esses poucos dias que ainda temos para nossa missão. A Imaculada vai nos ajudar!” E, enfim, foram postos em liberdade no dia 8 de dezembro, festa da Imaculada conceição de Maria!

Porém, ele sabia que esta guerra ainda não tinha acabado para ele. Lembrou da coroa vermelha que lhe foi apresentada em sonho e que esta escolheu. Seu futuro na terra seria de sofrimento…

(Entrada do campo de concentração de Auschwitz, escrito Arbet Macht Frei, traduzindo do alemão significa (ironicamente!) O trabalho liberta.)

- A Gestapo volta a bater nas portas do convento procurando, diretamente, pelo Frei Maximiliano Kolbe. Ao abrir a porta aos soldados, o Frei os saúda, dizendo:Louvado seja o Nosso Senhor Jesus Cristo!”

 

 

Frei Maximiliano foi preso com mais quatro padres, na qual, somente dois desses sobreviverão. Ele sabia que nunca mais voltaria para sua tão querida Niepokalanóv.

O primeiro destino do Frei foi Varsóvia, na prisão de Pawiak. A prisão diariamente se enchia e se esvaziava, porque milhares de poloneses eram fuzilados em seus pátios.

Como eram vários os países que eram destruídos pelo poder nazista, o número de prisioneiros não parava de aumentar. Por isso, foram construídos muitos campos de concentração, como o de Ravensbrück, Dachau, Buchenwald, Amtitz, Gross-Rossen, Dora, Mauthausen, Treblinka, Sobibor, Majdanek, Bergen-Belsen e a infernal Auschwitz.

- Certa vez, Frei Maximiliano Kolbe foi fortemente espacando pelo chefe da SS quando o mesmo, puxando o rosário pendurado na cintura do hábito franscicano do Frei Maximiliano, perguntou-o vociferando com palavras de baixo calão, se ele acreditava naquele rosário. Frei Maximiliano não enfraqueceu e sempre que respondia “Sim! Eu acredito!”, recebia uma saraivada de socos no rosto e chutes em todo o corpo. Cada vez que o Frei era violentado brutalmente pelo nazista, mais ele respondia “Sim! Eu acredito!”, proclamando sua profissão de fé como um verdadeiro sacerdote católico.

Raramente os prisioneiros podiam escrever cartas para seus familiares e muitas delas ainda eram censuradas. Segue abaixo uma carta escrita pelo Frei Maximiliano aos seus confrades religiosos, com palavras de amor e de esperança na Virgem Mãe Imaculada:

A Imaculada, nossa Mãe amorosa, sempre nos rodeou de cuidados e de ternura e velará sempre… Por que vocês se preocupam, meus filhos? Nada de mal nos pode acontecer, se Deus e a Imaculada não o permitirem. Deixemo-nos conduzir por ela cada vez mais docilmente  para onde ela nos quiser levar seja qual for seu desejo, a fim de que, cumprindo nosso dever, possamos através do amor, salvar todas as almas“.

Esse era o desejo do Frei… salvar todas as almas!

Essa foi sua última carta escrita.

- De Varsóvia, os prisioneiros partem para a Estação Norte nos vagões do trem, dirigindo-se para Óswiecim. Chegando lá, são separados em dois grupos: um será o grupo que irá prestar trabalhos e o outro… que será para um trágico fim: morrer na câmara de gás. Este separado por desvalidos, doentes, mulheres e até crianças. Frei Maximiliano Kolbe mesmo debilitado e bastante magro segue para o grupo de prisioneiros que prestará trabalhos nos campos de concentração, como carregar pedaços de madeira ou o que quer que os guardas nazistas mandem fazer.

- Maximiliano Kolbe é enviado para o Bloco 14 no campo de concentração de Auschwitz e passa a ser chamado não pelo seu nome, mas sim pelo seu número… 16.670. “Aí se sofre uma fome horrível. Uma fome que dá cãibras no estômago, que faz o ventre queimar como fogo. Um calor insuportável ou um frio de enregelar”.

- O próximo fato que contarei será o início do martírio de Frei Maximiliano Kolbe…

Certa vez, ao voltarem (prisioneiros) de um dia de trabalho desumano, eles iam entrando no pavilhão que servia de dormitório enquanto alguém ia contando o número de prisioneiros que passavam pela porta. A quantia estava errada. Faltava um prisioneiro. O chefe fala que se tal prisioneiro não aparecesse até a tarde do outro dia, 10 daqueles miseráveis prisioneiros iriam para no bunker da fome.
Ora, levando em conta a situação em que se encontravam, morrer por fuzilamento seria um privilégio, pois deixariam de sofrer todos aqueles infortúnios do Campo. Até mesmo ser enforcado não os fazia medo. Mas o bunker podia deixar qualquer um que tivesse coragem em enfrentar as atrocidades e crueldades dos nazistas sem dormir de tanto temor. Agonizar por dias de fome e sede no bunker era algo apavorante!

Frei Maximiliano pensou: “Como alguém pode ter a coragem de fugir sabendo que dez de seus companheiros irão ter a morte mais horrenda? Como estaria a consciência desse homem?”
O Frei reconheceu a fraqueza daquele homem diante de tanto sofrimento, rezou por ele e o perdoou pela traição.

A hora chegou e o prisioneiro fugitivo não apareceu. Os guardas nazistas começaram a escolher quem iria para obunker da morte. Um homem, o sargento Franceszek Gajowniczke (o homem da foto abaixo com o Papa João Paulo II) ao ser escolhido entre os 10 condenados, chora gritando: “Minha esposa, meus filhinhos. Nunca mais poderei ver minha esposa e meus filhinhos!..”
 



Todos os prisioneiros notam que alguém tinha saído do grupo e começado a andar em direção ao Comandante Fritsch. “Quem seria louco de fazer isso?!” imaginavam…
Era Frei Maximiliano Kolbe que se aproximava de Fritsch. Falou baixo que quase não podiam escutar:
Eu gostaria de morrer no lugar de um destes condenados”.
Isso era algo que Fritsch jamais virá em sua vida, ficando perpléxo com o pedido do padre. Ele pergunta ao frei quem ele era… repondendo: “Sou um sacerdote católico”.

(não irei entrar muito em detalhe nessa cena, contando sobre a reação dos nazistas nessa situação)

Fritsch concede o pedido do Frei e libera Franceszek da condenação ao bunker em troca do sacerdote católico 16.670.

 

“Durante todo o tempo como prisioneiro, no campo de concentração ou no hospital, quantas vezes repartiu com os outros sua minguada porção de alimento, até mesmo privando-se totalmente de sua ração, dando-a aos mais fracos, alegando não ter fome, não precisar dela. Mas nesses pestilenciais, onde até o ar era contaminado. Borgowiec sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz e contou detalhes do que acontecia naquele lugar infernal. (a seguir, segue um relato bastante forte!)

No bunker  não havia vaso sanitário nem esgoto para os condenados. Uma lata seriva de vaso sanitário, onde eles podiam fazer suas necessidades. Borgowiec era o encarregado de, todas as manhãs, pegar aquela lata e despejar os dejetos humanos.
Mas do quarto dia em diante foi dispensado dessde trabalho, pois quando foi pegar a lata ela já estava vazia… Todos os dias ela estava vazia.”

Dia a dia dentro do bunker, Frei Kolbe dava a absolvição geral aos que não suportavam mais as dores e encaminhava suas almas à misericórdia de Deus. Frei Kolbe sofria calado. Já chegara o 8º dia dentro do bunker. O martírio que sempre desejou acontecia. A coroa vermelha pairava sobre sua cabeça. E ele dizia:Minha Mãe, não faltasse com tua promessa. Agora sinto que o céu me está bem próximo!” Isso dava-lhe forças para animar também seus companheiros.

Já se passavam doze dias de encarceramento naquele inferno, mas Frei Kolbe ainda se mantinha de pé ou de joelhos. Mesmo ele que parecia ser o mais fraco entre todos, com apenas um pulmão devido a tuberculose. Era um esforço sobre-humano. Provavelmente, isso seria uma graça que pedia a Imaculada, para que o mantesse vivo para acompanhar seus companheiros e os enviar aos céus.

Enfim, no 14º dia de confinamento no bunker da morte, um dia antes da festa da Assunção da Imaculada, seus nove companhaeiros já tinham partido, todos com a benção do Frei Kolbe para serem recebidos nos céus. Já era a hora de Sua Mãe Imaculada vir buscá-lo e levar seu filho amado para celebrar sua glória no céu.

Borgowiec estava presente. Ele diz que os outros corpos estavam imundos, enquanto o corpo do Frei Maximiliano estava limpo, e até brilhava. Afirmou: nunca irei esquecer a impressão que me causou.

Em 10 de outubro de 1982, na presença de Franceszek Gajowniczke, cujo lugar tomou para sofrer no terrível bunker da morte de Auschwitz, Frei Maximiliano Kolbe foi canonizado pelo Papa João Paulo II, aceitando o martírio heroicamente pelo seu múnus sacerdotal, ajudando os condenados dos campos de concentração a terem uma morte virtuosa e proclamando seu amor a Imaculada, sua fonte de forças para resistir até a última alma que pôde salvar.

Por tudo isso, vemos em São Maximiliano Kolbe o verdadeiro amor ao Nosso Senhor Jesus Cristo e a Sua Santíssima Mãe, a Virgem Imaculada e o verdadeiro dever de ser Sacerdote Católico!

São Maximiliano Kolbe, rogai por nós!

(Este texto escrevi na intenção do Ir. Rodrigo Maria, da ordem dos Franciscanos da Imaculada. Que Ela, a Imaculada, esteja sempre com você e você sempre com Ela, meu querido irmão.)

(Texto escrito com base no livro O Santo que esteve no Inferno, de Ivo Montanhese, em caso de cópia, favor reproduzí-lo por completo, até as intenções)

Fonte: Site Amor Mariano  - Visita Recomendada

www.rainhamaria.com.br

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