As Homilias do Papa Francisco, cheias de Eisegeses, interpretações pessoais da Bíblia, por vezes perigosas


16.12.2016 - Nota de www.rainhamaria.com.br

Artigo do Site http://thyselfolord.blogspot.com.br

Por Pedro Erik - Doutor em Relações Internacionais.

As Homilias do Papa Francisco. Cheias de Eisegeses. Por Vezes Perigosas.

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Como explica o site Hermenêutica Bíblica: "Enquanto a exegese consiste em extrair o significado de um texto qualquer, mediante legítimos métodos de interpretação; a eisegese consiste em injetar em um texto, alguma coisa que o interprete quer que esteja ali, mas que na verdade não faz parte do mesmo. Em última instância, quem usa a eisegese força o texto mediante várias manipulações, fazendo com que uma passagem diga o que na verdade não se acha lá."

Eu já traduzi e disponibilizei aqui um documento do projeto Denzinger-Bergoglio que compilou 100 erros teológicos do Papa Francisco. Os padres que fazem esse projeto já devem ter chegado a 200, infelizmente.

Os padres do Denzinger-Bergoglio já mostraram, por exemplo, que em homilia o Papa Francisco chega a dizer que Nossa Senhora desejou chamar Deus de mentiroso, que Deus a enganou!!

E também que o Papa Francisco disse que não houve o milagre dos pães e peixes.

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E hoje leio que Papa Francisco em homilia fez mais uma eisegese. Ele interpretou Mateus 11, como sinalizando que São João Batista teve dúvidas de que Jesus Cristo era o Senhor.

Disse o Papa Francisco, na versão em inglês que tenho:

Although John was great, strong, secure in his vocation, “he still had dark moments,” he had his doubts,” said Francis. In fact, John began to doubt in prison, even though he had baptized Jesus, “because he was a Saviour that was not as he had imagined him.” And so he sent two of his disciples to ask Him if He was the Messiah. And Jesus corrects the vision of John with a clear response. In fact, He tells them to report to John that “the blind see,” “the deaf hear,” “the dead rise.” “The great can afford to doubt, because they are great,” the Pope said.

(Traduzindo: "Embora João fosse grande, seguro em sua vocação, ele tinha momentos escuros, ele teve dúvidas. De fato, João começou a duvidar quando estava na prisão, mesmo sendo ele que batizou Cristo, porque Ele era o Salvador que ele não esperava. Assim, João enviou dois discípulos para perguntar a Cristo se ele era o Messias. E Jesus corrigiu a visão de João com uma resposta clara. De fato, Cristo disse aos discípulos de João que dissesse a João que o cego ver, o surdo ouve, o morto ressucita. O grande pode ter dúvidas, porque ele é grande").

Mas, como revela o site One Peter Five, todos os doutores da lei, passando por São Tomás de Aquino, dizem que se deve ler a passagem como mostrando que São João Batista estava era com receio das dúvidas de seus discípulos. Com receio de que quando morresse aqueles que o seguiram não seguissem Cristo. Tanto é que depois que Cristo falou com os discípulos, Cristo elogious São João Batista, como o maior profeta vivo.

Sobre essa mesma homilia, o site Zenit ressalta que o Papa Francisco disse que os padres devem aceitar as pessoas e deixar que Deus as converta. Uma redução do trabalho de conversão dos padres. O que fica meio confuso pois na homilia o Papa lembra que São João Batista falava tudo na cara da pessoa.

O Papa Francisco lembra os padres latino-americanos, que em geral são pessimamente preparados, mas não têm vergonha disso e saem dizendo eisegeses a mil em suas homilias.

Certa vez, em uma missa, um padre da minha cidade disse que Cristo não expulsou os demônios. Foi tudo imaginação do evangelista.

Rezemos pela verdade do Espírito Santo.

 

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