Sinal dos Tempos: O SUS (Sistema Único de Saúde) integrou aos seus procedimentos o Reiki, que consiste da cura por intermédio da postura das mãos sobre o doente, de modo que ele canalize a energia universal, a base do Reiki é budista


14.01.2017 -

SUS adota a pseudociência da cura pelas mãos, o Reiki.

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O Diário Oficial da União informa que o SUS (Sistema Único de Saúde) integrou aos seus procedimentos o Reiki.

Inventado em 1922 pelo monge budista Mikao Usul, o Reiki é uma pseudociência e, por isso, não deveria ser adotado pelo sistema oficial de saúde.

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A prática do Reiki consiste da "cura" por intermédio da postura das mãos sobre o doente, de modo que para ele canalize a energia universal, que garante o equilibro fisco, emocional e espiritual.

Que energia universal é essa?

A sua existência está cientificamente comprovada? Não.

Até mesmo adeptos da medicina alternativa não aceitam o Reiki.

Tanto que o Centro para Medicina Complementar e Alternativa dos Estados Unidos concluiu que não existe qualquer evidência do poder de cura do Reiki.

Trata-se de um embuste.

Os doentes vão achar que estão sendo tratados, quando na verdade estarão sendo vítimas de uma enganação.

Em vez de adotar esse tipo de besteira, o SUS deveria investir em equipamentos e contratar mais médicos, para acabar com as filas.

Fonte: Diário Oficial e Blog Paulo Lopes

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando o artigo publicado no site em 14.03.2011

O católico deve buscar a cura no Reiki?

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O cristão que deseja a cura de seus males há de buscar recursos na medicina e na fé cristã.

Reiki é o nome dado a "Energia universal de vida" - algo não bem definido - que, segundo seus adeptos, é uma energia que passa pelas mãos de todo ser humano e pode ser aplicada a pessoas doentes ou aflitas para aliviá-las, segundo Earlene Gleisner, monitora de Reiki ("Reiki na Vida Diária" - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro,1999). O que escrevemos nesta artigo está baseado no livro citado acima.

A base do Reiki é budista, é uma corrente de pensamento panteísta (tudo é parte de Deus, tudo é Deus) e tem traços de monismo, filosofia que ensina que a pessoa pode "fundir-se com tudo a sua volta" (p.45). O ser humano seria parte integrante do universo no sentido físico; tudo o que existe seria apenas uma grande substância ou a substância universal. O monismo leva ao panteísmo.

O Mestre maior do Reiki parece ser "O Sr. Hawayo Takata. Grão-Mestre REIKI de 1940 a 1980" (pp. 47s).

A proposta de cura por meio de Reiki vem do Oriente e está crescendo em nossos ambientes, por isso o católico precisa conhecer os seus erros. A palavra Reiki vem de rake (= ancinho ou rastelo) em inglês, Rakey é o solo arado. A palavra Rakey é foneticamente igual a Reiki.

Segundo Earlene, o Reiki vem a ser a "Energia Universal de Vida no Sistema Usual de Cura Natural" (p.11). É a "Energia Universal de Vida que verte através de nossos corpos, preenchendo nossa necessidade antes de se transferir para a necessidade do outro" (p.22). Segundo ela, "os nossos corpos são um veículo por meio do qual a energia Reiki se transfere do Universo para outros" (p.42). Ensinam que é por meio das mãos que a energia Reiki passa de uma pessoa para outra, de modo que há técnicas precisas sobre a maneira de impor as mãos sobre a cabeça, sobre o tórax, sobre os joelhos, os pés, as costas.

(lembrando que o reiki é usado em muitas paróquias como algo cristão)

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O Reiki ensina que devemos ser bondosos com tudo o que possui vida, já que não estamos sozinhos; e que precisamos nos colocar em contato com a energia que flui através de todos os seres e coisas, árvores, flores, animais, até mesmo os elementos químicos participaram disso. O objetivo é "buscar uma fusão com tudo o que está em volta" (p.55).

Isso mostra que a filosofia base do Reiki é uma prática panteísta - tudo é Deus - não há uma separação entre o Criador e a criatura; ora, isto é um absurdo filosófico e teológico. O panteísmo sempre foi condenado pela Igreja. Deus criou tudo o que existe fora do nada porque quis, por amor, mas as criaturas não são emanações obrigatórias de Deus, como se Ele não fosse soberano e autônomo.

Diz Earlene Gleisner que "A Mestre Reiki Victoria Suzanne Crane investigou extensivamente as origens de REIKI e as encontrou intrinsecamente ligadas aos ensinamentos budistas" (p.48). Isto é suficiente para o católico rejeitar a prática de cura pelo Reiki, pois os princípios do budismo não se coadunam com a fé católica. O budismo acredita na reencarnação, e a salvação da pessoa não se dá pela fé em Jesus Cristo.

A filosofia Reiki pode ter boa intenção e dizer coisas bonitas e agradáveis que encantam as pessoas, mas a sua base de sustentação não é recomendada aos católicos.

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A mera existência de uma energia natural e humana é questionável e, facilmente, essa concepção se confunde com uma "energia divina" - o que se transforma em panteísmo.

Por tudo isso, a concepção filosófica do Reiki não é compatível com a fé cristã, como também confirma Dom Estevão Bittencourt em seu artigo "Reiki na vida diária" (Revista PR, n. 467; 2001).

Alguns defendem que é possível para o católico usar a "técnica" do Reiki sem adotar a sua filosofia, mas isto é algo arriscado. Dom Estevão também diz: "O cristão que se põe na escola do Reiki corre o risco de assimilar, juntamente com a técnica, as linhas monistas-panteistas do pensamento Reiki."

Portanto, o cristão que deseja a cura de seus males há de buscar recursos na medicina e na fé cristã, voltando-se para Deus Pai, Filho e Espírito Santo, que a todos socorre no seu amor e na intercessão dos santos, anjos e dos irmãos. Nada de mágico e desconhecido deve ser misturado com a fé católica. Se Deus não nos dá a cura pela medicina e pela graça, certamente tem um desígnio de salvação atrás desse mal. Devemos crer e viver segundo a palavra de S. Paulo que diz: "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28). Fonte: www.regina-apostolorum.com

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Nota final de www.rainhamaria.com.br

Palavras do Santo Padre o Papa João Paulo II aos Bispos norte-americanos em 28/05/1993:

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"As idéias do movimento ´New Age´ (Nova Era) conseguem, às vezes, insinuar-se na pregação, na catequese, nas obras e nos retiros, e deste modo influenciam até mesmo católicos praticantes que, talvez, não tenham consciência da incompatibilidade entre aquelas idéias e a fé da Igreja. Na sua visão sincretista e imanente, esses movimentos para-religiosos dão pouca importância à Revelação; pelo contrário, procuram chegar a Deus mediante a inteligência e a experiência, baseadas em elementos provenientes da espiritualidade oriental ou de técnicas psicológicas. Tendem a relativizar a doutrina religiosa, em benefício de uma vaga visão mundial, expressa como sistema de mitos e de símbolos, mediante uma linguagem religiosa. Além disso, apresentam com freqüência um conceito panteísta de Deus, o que é incompatível com a Sagrada Escritura e com a Tradição cristã. Eles substituem a responsabilidade pessoal das próprias ações perante Deus por um sentido de dever em relação ao cosmo, opondo-se, assim, ao verdadeiro conceito de pecado e à necessidade de redenção por meio de Cristo".

 


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