Lembrando o Bispo Gaston de Ségur: Todas as religiões são boas? Onde você aprendeu esta doutrina, e quem revelou que todas as religiões igualmente agradam o Ser Supremo?


01.04.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br

Artigo publicado no site em 18.01.2016

Louis-Gaston Adrien de Segur (1820-1881) foi um bispo e um apologista católico francês do século XIX, pioneiro da caridade.

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Diz o incrédulo: Todas as religiões são boas.

Resposta - Quereis dizer definitivamente que todas as religiões são boas, no sentido de que é melhor ter uma, qualquer que seja, do que nenhuma; mas não no que seja indiferente a professar esta ou aquela. Mas pensa que pouco importa ser pagão, judeu, turco, católico, protestante ou supondo que todas as religiões são invenções dos homens e que Deus Nosso Senhor não cuida delas?

Se assim for, diga-me onde você aprendeu esta doutrina, e quem revelou que todas as religiões igualmente agradam o Ser Supremo?

Porque existem falsas religiões você conclui que não há uma verdadeira, e porque você se encontra cercado de impostores você não deve encontrar um verdadeiro amigo?

Você descobriu por acaso, que Deus acolhe com o mesmo amor, o Cristão que adora Jesus Cristo e o judeu que vê nele um impostor; que é bom e permitido nas religiões pagãs, adorar em vez do Deus verdadeiro,adorar Júpiter, Marte, Príapo, Venus; render no Egipto, as honras devidas à Divindade, os Crocodilos e ao touro Apis; entre os fenícios sacrificar seus próprios filhos ao deus Moloque; na Gália e no México imolar milhares de vítimas humanas aos deformes ídolos que ali se veneravam; em outros lugares se prostrando diante do tronco de uma árvore, das pedras, plantas, ossos de animais; em Constantinopla repetir do íntimo dos corações: “Deus é Deus (ele não se refere à Trindade Católica) e Maomé é seu profeta”, e em Roma, Paris e muitas outras partes, aborrecer a  todos esses falsos deuses, desprezando Maomé como um impostor?       

É impossível que creia nisso seriamente, e ainda você diz: “Todas as religiões são boas”.Por que, então você não é sincero e confessa que não quer ter o trabalho de procurar a verdade que, no entanto, você deve considerar por inútil? Ah!  Inútil indagação da verdade! .... Insensato!

A que perigo você se expõe, se pelo contrário, apesar de sua declaração que em nada se funda, Deus tem imposto ao homem certas classes de preceitos determinado? Se entre todas as religiões uma, uma só é RELIGIÃO, a verdade religiosa, absoluta, e toda a verdade, não admite qualquer mistura e exclui tudo o que não seja ELA? Você acha que sua indiferença o desculpará perante o tribunal do Juiz Soberano? Podeis sabiamente desprezar essa realidade terrível?

Que miséria do homem sem uma religião divina! Olhe para ele com os pálidos flashs da razão entregue à dúvida, muitas vezes à ignorância mais lamentável, o mais nocivo sobre as questões-chave de seu destino, seus deveres, a sua felicidade!          

“De onde venho? Quem sou eu? Para onde vou? Qual é meu último fim? Como chegar lá? O que há além desta vida? Quem é Deus? O que Ele quer de mim?”

O que diz a razão desses problemas enormes? Apenas começa a discorrer e emudece; se conforma com as probabilidades, com palavras vagas como pode ser, milhares de vezes mais ineficazes para  que possamos dominar nossas paixões violentas e permanecer no caminho áspero do dever ...

E quereis que o Deus de toda sabedoria, de toda bondade, de toda a luz haja abandonado esta sua criatura racional, o homem, a obra-prima de suas mãos?

Não, não. Ele (Deus) colocou diante dele (homem) uma luz celestial em resposta às necessidades prementes de seu ser, revela com uma evidência divina, a natureza e a justiça, bondade e desígnio desse Deus, seu primeiro princípio e seu último fim; uma luz que mostra o caminho do bem e o caminho do mal, aberto ambos às suas vistas e dirigindo-se, um para a morada eterna de alegria, e o outro para o lugar do castigo eterno; uma luz que fica no meio do falso brilho que rodeia a corrupção humana, com apenas um raio da verdade; luz vivificante, que aperfeiçoa tudo o que penetra ...

E esta luz é a revelação cristã é o cristianismo (Católico), a única religião que tem prova, a única que ilumina o entendimento, que santifica o coração e que guiando toda a nossa perfeição moral ao conhecimento e ao amor de Deus, é digna de Deus e de nós mesmos.

Quem poderá  refutar todas as provas de que o cristianismo oferece a nossa crença?

Vejo certamente voltar para o berço do mundo através das profecias anunciadas pela fé, esperança e amor dos santos patriarcas, e as cerimônias do culto mosaico e primitivo que era uma figura dele.

De fato, tem sido sempre uma e mesma religião, embora tenha sido desenvolvida em três fases.

1) Na religião patriarcal que durou desde Adão até Moisés.

2) Na religião judaica, promulgada por Moisés por parte de Deus, e que durou até a vinda de Jesus Cristo.

3) Na religião cristã ou católica ensinada pelo próprio Jesus Cristo e continuada por seus pregadores apóstolos.

Na primeira, se desenvolve lentamente e com majestade, como todas as obras de Deus; como o homem que atravessa a infância, passando pela adolescência, depois, antes de atingir a meia-idade; como o dia que passa pelo anoitecer e pela aurora antes de brilhar na metade do céu; como a flôr que  primeiro é semente, em seguida, um botão que fechados que não descobriu as riquezas da seu âmago.

Da mesma forma o cristianismo e só ele abraça toda a humanidade; Ele domina tudo, o tempo e os séculos. Vem da Eternidade para entrar na Eternidade; Deus vem de Deus para descansar eternamente em Deus.

Tudo nela é digno do seu autor. Tudo isso é Verdade e Santidade. Aqueles que o estudam falam em uma maravilhosa harmonia, beleza, grandeza, uma evidência da verdade cada vez maior, à medida que examinam mais os seus dogmas ...

Move e purifica o coração, ao mesmo tempo que ilumina a compreensão. Completo, satisfaz plenamente o homem.

O caráter sublime, sobrehumano, incomparável de Jesus Cristo seu único fundador.

A perfeição divina de sua vida; A santidade de sua lei.

A sublimidade prática da doutrina que ensinou.

Sua linguagem seria considerada uma loucura se não fosse divina.

O número e as provas dos milagres reconhecidos até mesmo por seus piores inimigos.

O poder da sua Cruz.

As circunstâncias de sua paixão inefável, todas anteriormente previstas.

Sua gloriosa Ressurreição anunciada aos seus discípulos, em catorze diferentes ocasiões, e a incredulidade de seus apóstolos até que as evidências obrigou-os a crer na verdade da ressurreição de seu Mestre.

Sua ascensão ao céu na presença de mais de cinco mil testemunhas.

O sobrenatural progresso da sua Igreja, apesar de todos os impossíveis naturais, físicos e morais.

Os estupendos milagres na terra confirmando a pregação dos Apóstolos, que de pescadores ignorantes e tímidos de repente tornaram-se médicos e conquistadores do mundo.

A força sobrehumana de seus nove milhões de mártires. (Cifra superior na atualidade)

O gênio dos Padres da Igreja destruindo todos os erros com apenas a manifestação da fé cristã.

A vida santa dos verdadeiros cristãos se opondo à corrupção e às fraquezas naturais dos homens.

A transformação social que o cristianismo causou e ainda está causando hoje, em todos os países onde penetra.

Finalmente, a sua duração, a imutabilidade do seu dogma, sua constituição, sua hierarquia católica: sua unidade indissolúvel em meio aos impérios que caem; das sociedades que se modificam; tudo prova que o dedo de Deus está aqui e que não está no poder do homem nem conceber, nem  preservar obra semelhante.

Então você tem a visão de que existe uma religião verdadeira, uma só, a religião cristã.

É a única religião que é o laço que nos liga a Deus, nosso Criador e nosso Pai.

A única que transmite a verdadeira doutrina religiosa e que Deus nos disse sobre si mesmo, sua natureza, suas obras, de nós, do nosso destino eterno, de nossos deveres morais.

Todas as outras supostas religiões que ensinam  o que o Cristianismo condena e condena o que o cristianismo ensina, tais como o paganismo, judaísmo, maometismo e outras, são todas falsas e, certamente, ruins.

Estas são invenções humanas, enquanto a religião é uma instituição divina. Elas são imitações sacrílegas da religião verdadeira como moeda falsa é imitação criminosa da verdadeira. Não seria loucura dizer: “Todas as moedas são boas”, sem distinguir a verdadeira da falsa?

Ainda seria mais insensato continuar repetindo essas palavras que acabamos de refutar. “Todas as religiões são boas”.

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Isto é uma impiedade enorme ou uma enorme insensatez: uma impiedade se diz pela indiferença; uma loucura se diz por ignorância ou por falta de reflexão.

Fonte: Adelante la Fe - Todas las religiones son buenas? (Por Monseñor de Segur)

Via: Blog Roma de Sempre

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Declarou o zeloso Arcebispo Marcel Lefebvre:

"Não há salvação por meio do Islão...

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Não há Igreja budista no Céu...

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Nem Igreja protestante.

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São coisas que podem parecer duras de ouvir, mas esta é a verdade".

Disse ainda o Arcebispo Marcel Lefebvre: "Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Já ouvimos a objeção: Então cabe a nós julgarmos a fé católica? Mas não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada e crida durante vinte séculos e que está escrita nos catecismos oficiais como o do Concílio de Trento, o de São Pio X e em todos os catecismos antes do Vaticano II? Como foi que agiram os verdadeiros fiéis diante das heresias? Preferiram dar o sangue a trair sua fé. Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. A Igreja não pode errar naquilo que ela tem ensinado durante dois mil anos, isso é absolutamente impossível. E é por isso que estamos ligados a essa tradição. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma. Nós continuamos a Tradição, e é por isso que devemos confiar, não devemos nos desesperar mesmo diante da situação atual, devemos manter, manter nossa fé, manter nossos sacramentos, apoiados sobre vinte séculos de tradição, apoiados sobre vinte séculos de santidade da Igreja, de fé da Igreja".

Em relação ao Ecumenismo, ou melhor dizendo, à Unidade Cristã, e ao legítimo diálogo religioso entre cristãos, é essa a caridade que todo católico deve objetivar: trazer à VERDADEIRA e ÚNICA Igreja aos cristãos para que tenham acesso aos Sacramentos e à Verdade. O Ecumenismo não é a modificação da fé e doutrina católica. Não se trata de mudar o significado dos dogmas, de adaptar a verdade aos gostos de uma época! (ou de um antipapa)

Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:

Sobre o aparecimento do Anticristo...(que usará um falso profeta para dominar também pela religião)

“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres".

 

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