Exposição profana do Santander Cultural é arte? É uma agressão pública a família brasileira, que escandaliza principalmente a familia cristã, alicerçada nos conceitos morais e tradicionais, ofendendo a Fé Cristã do povo brasileiro


12.09.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br

Primeiramente parte de um artigo do Jornal Zero Hora RS.

Depois meus comentários.

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11.09.2017 - Exposição cancelada em Porto Alegre gera debate sobre o que é arte.

A polêmica em torno da exposição Queermuseu — Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, do Santander Cultural, acendeu um debate sobre arte, sexualidade e censura. Em resposta a protestos de entidades e pessoas que acusavam algumas obras da mostra de ofenderem símbolos católicos e fazerem apologia à “pedofilia” e a “zoofilia”, o Santander Cultural anunciou no domingo que encerraria prematuramente a exposição, aberta desde 15 de agosto e que ficaria em cartaz até 8 de outubro. 

Queermuseu tinha a ideia de apresentar obras que discutiam diversidade de gênero e de sexualidades, além de questionar o caráter patriarcal das grandes coleções de arte mundo afora. Entre as mais de 270 obras, havia trabalhos de nomes como Portinari, Lygia Clark e Leonilson. Entre as obras mais criticadas, estão a pintura da artista cearense Bia Leite que associa duas crianças às palavras “travesti” e “viada” e uma obra da carioca Adriana Varejão, associada à zoofilia. 

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A campanha foi encabeçada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), que propôs um boicote ao Santander e pediu o fim da Lei Rouanet.

— A partir do momento em que você é parte dessa maneira ofensiva, tendo como alvo, segundo o edital, alunos de escolas públicas e particulares, você não está promovendo igualdade ou tolerância em relação aos LGBT. Isso eu também defendo, que todos sejam respeitados pela sociedade, independentemente de orientação sexual, e tenham os mesmos direitos perante à lei — afirmou Kim Kataguiri, coordenador do MBL.

A Arquidiocese de Porto Alegre publicou um comunicado indicando que a exposição utilizou “de forma desrespeitosa símbolos, elementos e imagens, caricaturando a fé católica e a concepção de moral que enleva o corpo humano e a sexualidade como dom de Deus”.

(Jesus Crucificado misturado a "deusa" hindu da morte e destruição)

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(Jesus é representado como um macaco no colo de Maria)

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(Uma mala cheia de hóstias, onde cada uma delas possui uma inscrição que lembra sangue, com as palavras “língua”, “vagina” e “ânus”)

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A decisão do Santander foi comemorada entre os que se sentiram ofendidos enquanto causou revolta na comunidade artística, que viu o gesto como um ato de censura. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o secretário da Cultura de Porto Alegre, Luciano Alabarse, defendeu que “qualquer obra de arte pode ser questionada”, mas “não pode ser censurada”.

— É uma decisão onde todos perdem. Um dos argumentos que ouvi é que não era uma exposição para crianças. Certamente há obras que não são destinadas ao público infantil, mas não é o caso de proibir uma exposição dessa monta, porque eu vi a exposição. Eu queria saber se as pessoas que estão tão veementemente inflamadas contra ela foram lá. 

Algumas das obras com nudez explícita são as fotografias de Alair Gomes (1921–1992). Segundo Alexandre Santos, professor e pesquisador do Instituto de Artes da UFRGS, o trabalho de Gomes já foi exposto em Paris, Londres e na Bienal de São Paulo, sem a mesma polêmica. Ele ressalta que as imagens eram precedidas de advertências. No entanto, Santos se coloca radicalmente contra o encerramento: 

— Como trabalhar com temas polêmicos como a questão de sexualidade e gênero em um museu sem ferir certos moralismos retrógrados? Os museus e instituições de arte precisam se preparar para enfrentar estes temas com pulso firme, pois são temas do momento contemporâneo que vivemos. Negar isto fechando exposições por pressão de setores moralistas é não estar preparado para receber a arte e a sua liberdade de expressão.

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Nota final de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Disse o secretário da Cultura de Porto Alegre, Luciano Alabarse: “Qualquer obra de arte pode ser questionada”, mas “não pode ser censurada”.

Disse Alexandre Santos, professor e pesquisador do Instituto de Artes da UFRGS: "Como trabalhar com temas polêmicos... em um museu sem ferir certos moralismos retrógrados? ...fechando exposições por pressão de setores moralistas é não estar preparado para receber a arte..."

Vocês governantes, professores,  pesquisadores,  acadêmicos, artistas...enfim... simpatizantes disto, que chamam de  "arte"...

A questão é muito simples de compreender. Uma verdadeira obra de arte deve ser apreciada por todos, sem que "ela" possa ofender, escandalizar ou causar constrangimento, a certos segmentos e grupos de uma sociedade.

Repetindo a declaração do professor e pesquisador do Instituto de Artes da UFRGS: "Como trabalhar com temas polêmicos... em um museu sem ferir certos moralismos retrógrados?"

Meu caro professor "graduado", o Santander Cultural ao exibir tal "imoralidade" (abaixo), disfarçada de arte contemporânea...

ISTO É ARTE? Arte para quem?

Quando chamam nossas crianças  de "viada travesti".

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Isto é uma "agressão pública" a família brasileira, que escandaliza as nossas familias, principalmente a familia cristã, alicerçada nos conceitos morais e tradicionais. Aliás, o termo usado acima, deve escandalizar até muitos "parceiros" homossexuais que adotaram crianças.

Fato mais grave se encontra, quando ofendem a FÉ CRISTÃ da maioria do povo brasileiro.

ISTO É ARTE? Misturar DEUS, JESUS Crucificado, com uma "deusa" pagã hindu Kali, que representa morte e destruição. Com qual intuíto se mistura a Cruz, o símbolo dos cristãos, sinal de um Amor sem limites...

“Pois Deus amou tanto ao mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16).

Que representa a Vitória de Cristo sobre a morte...

"A morte foi tragada pela vitória (Is 25,8). Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão (Os 13,14)?" (I Coríntios 15, 55).

Misturando com Kali,  "deusa" hindu da morte e destruição!!

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“Pois há muitos dos quais muitas vezes eu vos disse e agora repito, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3, 18).

Isto é arte satânica, de pessoas que desejam ofender a fé cristã, de fato são realmente os escarnedores profetizados do Fim dos Tempos, conforme diz na Sagrada Escritura:

"Sabei antes de tudo o seguinte: nos últimos tempos virão escarnecedores cheios de zombaria, que viverão segundo as suas próprias concupiscências". (2 Pedro 3, 3)

Mas, estes escarnecedores do nosso "tempo", vão além... não satisfeitos em profanar, escarnecer e ofender a DEUS, também investem covardemente contra Sua Mãe, a Santíssima Virgem Maria.

Dizendo ser "arte", colocaram um macaco, como se fosse o Menino Jesus, no colo de Maria.

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Mas, diz na Sagrada Escritura...

"Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá". (Gálatas 6, 7)

Ainda tem a mala representando hóstias (Corpo de Cristo para os católicos), onde cada uma delas possui uma inscrição que lembra sangue, com palavras obcenas e vulgares.

Então, caros artistas e intelectuais, defensores convictos, desta que chamam "arte contemporânea".

Por que o Santander Cultural, não coloca na próxima exposição por exemplo: Maomé em alguma situação que ofenda ou escandalize aos muçulmanos? Como fez com a Mãe de Deus, para ofender aos católicos do Brasil, cuja Padroeira é Nossa Senhora Aparecida... e com Jesus Crucificado.

Quem sabem misturem Maomé com a tal "deusa" hindu da morte e destruição.

Ah, ai não... E se os muçulmanos resolvem protestar de forma mais "violenta", não é!!

Sabe-se lá o que poderia acontecer com espaço do Santander Cultural. Aliás penso que a posição do secretário da Cultura de Porto Alegre, seria bem diferente, visto quem sabe, o secrétario de Segurança Pública, talvez mandasse fechar a exposição para não criar um clima "tenso" e inseguro na cidade.

Mas, "arte contemporânea" que profane e ofenda a Fé cristã, tudo liberado. Afinal os cristãos devem ter certos moralismos retrógrados, que devem ser superados.

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