Nas Garras de Satã
A tarefa que inicio agora, certamente me consumirá alguns dias de trabalho. Tenho em mãos aquilo que sempre chamei de a bíblia de satanás perdão, Senhor, por usar esta palavra tão santa, para identificar uma coisa tão abjeta, tão bandida, tão diabólica, tão nefasta e tão terrível. Eu nem lhe vou dar o nome verdadeiro, porque o que importa é o conteúdo
Não vou aqui citar capítulos, apenas destacar partes, de um documento dos mais secretos do mundo, tornado público mais por cópias xerox, extraídas de antigas bibliotecas, que pelos livros em si, que são extremamente combatidos. Sei que este livro é perseguido, porque contém a verdadeira face dos agentes de satanás e seus projetos. E as pessoas que tramaram esta coisa, já há séculos em curso, têm a coragem de dizer que o que está neste livro é mentira, que ninguém trabalha para ele, e, portanto o combatem tenazmente. O que eu quero com isso, é apenas concitar o leitor a observar bem ao seu redor, a fim de perceber o quanto seguimos, muito antes e somos fielmente conduzidos por ele - um livro que apareceu por volta de 1905 e o quanto nós desprezamos o Evangelho de Jesus Cristo que tem quase dois mil anos.
Entrando na Web pelo Google, encontrei 2.540 menções a este texto, no Brasil 574. Umas inserções em defesa incondicional, outras em ataque furioso. Para uns uma sórdida campanha anti-semita, para outros um diabólico plano dominador. Eu não vou entrar no mérito desta polêmica, mas pessoalmente sinto que tudo aquilo é verdadeiro. De fato, hoje é impossível para qualquer pessoa que se diga inteligente, ser capaz de provar que tudo o que vou copiar abaixo seja mentiroso. O que eu mudaria no sentido das análises que na Web se encontram, é para dizer que devemos separar claramente o verdadeiro povo judeu, ordeiro, trabalhador e inteligente, destes que dizem ser judeus e não são, mas sim uma sinagoga de satanás ( Ap 2,9). O sentido é dizer que, sim, os protocolos são verdadeiros, mas não são somente obra judaica, pois com segurança grande parte da nobreza podre da Europa, reis, rainhas, lordes e outros, fazem parte deste esquema demoníaco. Mas não resta dúvida nenhuma de que alguns representantes daquele povo estão por trás deste projeto. E com certeza o encabeçam, embora sejam muito poucos iluminados, e como já dissemos, eles nada tenham a ver com o verdadeiro povo escolhido. Digamos, para encerrar a questão e não culpar a nenhum ser humano: Foi o próprio satã quem redigiu tal projeto, de próprio punho! Mas não esqueça: são homens os que o põe em curso!
Gostaria que o leitor, não somente observasse que todas estas coisas estão já em curso ou plenamente implantadas, como também percebesse o quanto os homens que tramaram isso já conheciam a alma humana naqueles tempos. De fato, não eles, mas sim toda a corja de pensadores do inferno Lúcifer à frente porque não resta dúvida de que grande parte destas disposições, normas e objetivos futuros, não brotaram da mente humana, mas dos espíritos infernais e de seus conciliábulos satânicos. Anoto, pois, apenas os tópicos. O leitor observa, decide e comenta por si mesmo! Mas advirto: que o leitor passe antes uma borracha sobre tudo aquilo que pensou ter aprendido até agora, e entenda de uma vez por todas que chegou o momento de rever seus conceitos. Sim, e agora no bom sentido! No sentido verdadeiro, percebendo onde realmente está a verdade!
O que relatamos aqui é a síntese do projeto da Globalização! Isso significa preparar o mundo em alguns currais de seres humanos, quebrando todo o sentido de nacionalidade e de pátria, estabelecendo moeda e exército único, tudo comandado por um só rei, déspota e sanguinário, que deverá governar todos os homens pela crueldade, pela astúcia, pelo fingimento e pelo ódio supremo ao ser humano. Que o leitor observe o projeto deles, tramado através dos séculos e veja como nós engolimos esta maldade. Tente raciocinar para entrar na veia do problema. Tudo foi programado pelo mal, para o mal, de modo a eliminar qualquer coisa boa ou bem. O objetivo é fazer o homem abandonar o projeto de Deus e abraçar o do inferno. E estamos finalmente nas garras de satã!
O que disseram? Ou o que objetivam eles? Vejam a esperteza e a astúcia destes filhos das trevas! Observe que muitas coisas são realmente verdade real. Quero dizer, eles sabem muito bem o que o homem e os governos deveriam fazer para serem felizes. Mas eles, espertamente, foram sempre nos alimentando da mentira para nos levar ao domínio do ódio. Eu diria que 90% do que hoje transita no mundo e tem vez no coração do homem é absolutamente mentiroso, é falso. Para mim é horrível imaginar que somos tão bestas, tão idiotas, tão tapados. E temos que dar razão a eles quando nos depreciam tanto, pois realmente fomos imbecis, engolindo seu veneno e seguindo bestamente os seus projetos. Quem são eles? São os dominadores do mundo! Eles são o verdadeiro governo da terra, que manda, por trás, em todos os governos do mundo. Falta apenas colocar no trono o seu grande rei: O filho de satã em pessoa! O anticristo!
Eis o plano! Eis o projeto! Eis os objetivos! Eis o reino universal do ódio ao homem pelo homem! Eis os filhos de satã sentado no topo do governo mundial. Eis Lúcifer sendo adorado pelos homens. Não pelo amor, mas pela força, não pelo direito, mas pela astúcia, o fingimento, a trama, a sordidez, a hipocrisia e acima de tudo pelo ÓDIO.
Um último pedido ao leitor: Não leia em disparada! Leia cada tópico, depois respire fundo, medite um instante, aplique tal conceito a mundo de hoje e só então siga adiante. Aí entenderá bem, e nos dará certamente razão! Vejamos o que eles dizem:
Temos diante de nós um plano, no qual está exposta estrategicamente a linha de que não nos poderemos afastar, sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos.
Cada homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria um ditador; ao mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral, para conseguir o próprio bem.
É preciso ter em vista que os homens de instintos maus são mais numerosos que os de bons instintos. Por isso, se obtêm melhores resultados governando os homens pela violência e pelo terror, que pelas discussões acadêmicas.
A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela na justa medida. Basta deixar o povo governar-se a si mesmo para que esta autonomia se transforme em baderna.
A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político, portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer á astúcia e à hipocrisia.
Nosso fim é possuir tudo à força! A palavra é uma idéia abstrata e nada justifica. Essa palavra significa simplesmente isto: Dai-me o que quero, para que eu possa provar que sou mais que vós.
Num estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais, por causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito: o de me lançar sobre eles e possuir tudo à força!
Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes, nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro porque será invencível, pois estará tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir.
Do mal passageiro que somos obrigados a fazer, nascerá um governo inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo da existência nacional, perturbada pelo liberalismo. O resultado justifica os meios!
Para achar meios que levam a esse fim, é preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância da multidão e a sua incapacidade de compreender e discernir as condições de sua própria vida e de sua prosperidade.
Um povo entregue a si próprio, isto é, aos ambiciosos de seu meio, arruína-se na discórdia dos partidos, excitados pela sede de poder e nas desordens resultantes da discórdia.
Concluímos, pois, que um governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser entregue às mãos de um só indivíduo responsável. Sem despotismo absoluto a civilização não pode existir.
A multidão é um bárbaro que mostra a sua barbárie em todas as ocasiões. Logo que a multidão se apodera da liberdade, transforma-se em anarquia, que é o mais alto grau de barbárie.
Vede estes animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dado, ao mesmo tempo que a liberdade. Não podemos permitir que os nossos se degradem a este ponto.
Os povos cristãos estão embrutecidos pelo álcool; sua juventude está embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce, a quem a impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, vendedores e mulheres pudicas nos lugares onde os cristãos se divertem.
Nossa palavra de ordem é força e hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos dos homens de estado.
A violência deve ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia uma regra para os governos que não quiserem entregar a coroa aos agentes de uma nova força. Este mal é o único meio de chegar ao fim!
Por isso, não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacaria e da traição, todas as vezes que possam servir aos nossos fins. Em política é preciso tomar a propriedade do outro sem hesitar, se por este meio temos de alcançar o poder.
Para obter a vitória, devemos seguir este programa de violência e de hipocrisia. Não só por estes meios, mas também por esta doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos os governos ao nosso supremo governo.
Fomos nós os primeiros que, já na antigüidade, lançamos ao povo as palavras palavras repetidas tantas vezes por papagaios inconscientes, dela somente tem usado para destruir a prosperidade do mundo.
Saberemos tocar nas cordas mais sensíveis da alma humana: o lucro, a avidez, a insaciabilidade de bens materiais, todas estas fraquezas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade humana à disposição de quem a compra.
Os administradores escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país. Assim se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros e especialistas.
Os cristãos não se guiam pela prática de observações imparciais, tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real.
Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos, meras teorias. A classe intelectual cristã ficará cheia de orgulho destes conhecimentos e sem examinar logicamente, porá em ação os dados desta ciência.
Não julgueis nossas afirmações sem base. Reparai no êxito que soubemos criar para o darwinismo, o marxismo e o nietzchismo. Pelo menos para nós a influência deletéria destas tendências deve ser evidente.
A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os estados não souberam utilizar essa força e ela caiu totalmente em nossas mãos. Por ela obtivemos influência, ficando ocultos; graças a isso, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue que nos custou conseguí-lo.
Estamos perto do fim. Ainda um pouco de caminho e o círculo da serpente simbólica será encerrado. Quando este círculo se emoldurar os estados estarão todos dentro dele e fortemente emoldurados.
O equilíbrio constitucional será breve destruído, porque o temos falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se de um lado para outro até gastar-se completamente.
Dentro em pouco tempo, as desordens e as bancarrotas surgirão por toda a parte.
Os abusos do poder, finalmente prepararão a queda das instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida.
Os direitos que inscrevemos nas constituições de todos os países são fictícios para as massas; não são reais. Todos estes pretensos somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis.
Para estes pobres diabos, os trabalhadores, os direitos republicanos são uma amarga ironia; a necessidade de um trabalho cotidiano não lhe permite gozá-los.
Nosso interesse é que os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade.
Pela miséria e pelo ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.
Quando chegar a hora da coroação de nosso soberano universal, essas mesmas mãos varrerão todos os obstáculos que se lhe anteponham.
Esta inimizade aumentará ainda mais, em virtude da crise econômica, que acabará por parar as operações da Bolsa como também toda a indústria.
Quando criarmos uma crise econômica geral, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos, lançaremos na rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa.
Estas multidões por-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam desde a infância, na simplicidade de sua ignorância, cujos bens poderão saquear. Eles não nos tocarão, porque nesta hora estaremos a salvo.
Lembrai-vos da revolução francesa; os segredos de sua preparação nos são bem conhecidos. Porque ela foi totalmente obra de nossas mãos. Desde então levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que se entregue ao rei déspota que nós preparamos para o mundo.
Atualmente somos invulneráveis como força internacional, porque quando nos atacam em um país, somos defendidos em outros.
É infinita a covardia dos cristãos que rastejam diante da força, são impiedosos para a fraqueza e o erro, porém indulgentes com os crimes.
Eis como o povo condena os justos e absolve os culpados, persuadindo-os cada vez mais que podem fazer o que lhes der na veneta. Nestas condições o povo destrói toda a estabilidade e cria desordens a cada passo.
A palavra põe as sociedades humanas em luta contra toda a força, contra todo poder, mesmo o de Deus e da natureza. Eis porque no nosso domínio, esta palavra será tirada do vocabulário humano, por ser o princípio da brutalidade que transmuda a multidão em animais ferozes.
É verdade que estas feras adormecem logo que se embriagam em sangue, sendo, então, fácil encadeá-las. Mas se não lhes dermos sangue, não adormecem e lutam.
O nosso será um despotismo legal e franco, mas invisível e ignorado, todavia sensível. Despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto mais se acoberta.
Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim! A franco maçonaria externa, serve unicamente para cobrir nossos desígnios; o plano de ação dessa força, o lugar em que ela assiste, são inteiramente ignorados do público.
A liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se ela se baseasse nos princípios da crença em Deus e na fraternidade humana fora da liberdade que contrarie as próprias leis da criação.
Com uma tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranqüilo sob a direção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo.
Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da divindade e do espírito, a fim de substituí-lo pelos lucros e pelas necessidades materiais.
Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Deste modo todas as nações procurarão apenas suas vantagens e lutarão cada uma pelos seus interesses, não notando a nós, seu inimigo comum.
Para que a liberdade possa desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer da especulação a base da indústria. A luta ardente pela supremacia, os choques dos industriais, serão absorvidos pela especulação, e com isso cairão no poder do nosso dinheiro.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida econômica, criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração. Estas sociedades terão profunda repugnância pela política superior e pela religião. Seu guia único será o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto.
Então as classes baixas de cristãos nos seguirão em nossa luta contra as classes inteligentes dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir riqueza, mas simplesmente por ódio aos privilegiados.
Que forma de governo dar a estas sociedades senão a despótica? Nosso governo se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em qualquer tempo em condições de fazer calar os cristãos opositores ou descontentes.
A unção divina caiu da cabeça dos reis, pois lhe arrancamos a crença em Deus; a autoridade passou para a rua e nos apoderamos dela.
Dominamos a arte de dominar as massas por meio de uma fraseologia combinada pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos dos quais os cristãos nada percebem.
Somente os jesuítas nos poderiam igualar neste ponto, mas nós os desacreditamos publicamente diante da plebe idiota, porque eles constituíam uma organização visível enquanto nós operávamos oculta e secretamente.
Uma coligação mundial de cristãos poderia dominar-nos por algum tempo, porém estamos garantidos diante disso pelas profundas sementes de discórdia que já se não podem mais arrancar do coração dos homens.
Opusemos uns aos outros os cálculos individuais e nacionais dos cristãos seus ódios étnicos e religiosos, que há vinte séculos cultivamos.
Somos muito fortes e é preciso contar conosco. As potências não podem concluir o mais insignificante acordo, sem que nele tomemos parte.
Nossos profetas nos disseram que fomos escolhidos por Deus mesmo, para governar a terra. Deus nos deu o gênio, a fim de levarmos a cabo este problema.
Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem de um motor que está em nossas mãos. Este motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos o real prestígio do ouro.
O capital, para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio. É o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do mundo.
Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à guerra; importa mais servir às paixões incandescidas para nosso proveito que acalmá-las; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que bani-las.
Para dominar a opinião pública é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos modos e a todo tempo opiniões contraditórias, de modo que os cristãos se percam neste labirinto, convencidos de que em política é melhor não ter opinião.
O segundo, é necessário multiplicar de tal modo os defeitos do povo, o hábitos, as paixões, as regras de viver em comum, de modo que ninguém os possa deslindar. Isso fará os homens não se entenderem mais uns com os outros.
Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs, de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.
Em lugar dos governos atuais, colocaremos um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que submeterá todos os povos.
Hábil e profundamente subverteremos as fontes de produção, habituando os operários à anarquia e às bebidas alcoólicas, recorrendo à todas as medidas possíveis para afastar da terra os cristãos inteligentes.
A opinião pública ajudar-nos-á. Essa opinião pública que o a imprensa já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas exceções que não têm importância, a imprensa mundial está toda em nossa dependência.
Para coagir os governos cristãos na Europa, faremos ver nossa força por meio de atentados e pelo terror. A todos que se revoltarem contra nós, responderemos com os canhões americanos, russos, chineses e japoneses.
Rodear-nos-emos de uma plêiade de banqueiros, capitalistas, industriais e sobretudo de milionários, porque, em suma, tudo será decidido pelas cifras.
Governaremos com mão firme... Temos nas nossas mãos ambições desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem piedade, ódios e rancores.
De nós promana um terror que a tudo invade. Temos em nossas mãos homens de todas as opiniões e doutrinas: restauradores de monarquias, demagogos, socialistas, comunistas e toda sorte de utopistas.
Já substituímos a ordem pela arbitrariedade desordenada. Tocamos na jurisdição, nas eleições, na imprensa, na liberdade individual e sobretudo na instrução e na educação, que são as pedras angulares da existência livre.
Também mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã, por meio de uma educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsas e que são por nós inspiradas.
Por cima das leis existentes, sem mudá-las de modo essencial, somente desfigurando-a por interpretações contraditórias, obteremos resultados prodigiosos. Estes resultados mascararam as leis e as esconderam dos olhos dos governos, que são hoje incapazes de se orientarem numa legislação embaralhada.
Quando tivermos dado nosso golpe de estado diremos aos povos: Tudo ia muito mal e todos já sofreram além do que se pode suportar. Destruiremos todas as causas de vossos tormentos, as nacionalidades, as fronteiras e a diversidade de moedas.
Tendo habituado todas as gentes à idéia do próprio valor, destruiremos a importância da família cristã e seu valor educativo.
Faremos do povo uma força tão cega, que, em toda a parte só se poderá mover guiada pelos nossos agentes, postos em lugar de seus chefes naturais, pois dos nossos dependerão os seus ganhos, os dons gratuitos e toda sorte de bens.
A era republicana se tornou possível, porque substituímos os reis por uma caricatura de governo, por um presidente tomado do meio da multidão, no meio das nossas criaturas, de nossos escravos. Aí está o fundo da mina que cavamos sob os povos cristãos.
Para chegar a esses resultados maquinamos a eleição de presidentes que tenham em seu passado alguma tara oculta. O receio da revelação, o desejo de cada homem que chega ao poder de manter seus privilégios, vantagens e honras, farão com que sejam fiéis executores de nossas ordens.
Estas medidas nos darão meios de destruir pouco a pouco, passo a passo, tudo que se possa opor à nossa tomada de poder. Quando chegar a hora de reunir todos os governos do mundo sob nossa autocracia, suprimiremos suas constituições.
Para rematar a transformação do estado, teremos que acabar com a liberdade de imprensa, com o direito de associação, com a liberdade de consciência, com as eleições, e muitas outras coisas que deverão desaparecer do repertório humano ou serem radicalmente mudadas.
Entretanto, é preciso perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre o povo e o governo, a fim de cansar a todos pela desunião, pela inimizade, pelo ódio, mesmo pelo martírio, pela fome, pela inoculação de doenças, pela miséria, a fim de que os povos cristãos não vejam outra salvação senão em nossa definitiva soberania.
Promoveremos de tal modo a discórdia entre o povo e os governantes até que os povos digam: Expulsai-os e dai-nos um rei universal; um rei que nos dê a paz e o repouso que não podemos obter com nossos governantes e representantes.
Quando efetuarmos o golpe de estado, quando os povos estiverem ainda mergulhados na perplexidade, queremos que, já naquele momento, eles reconheçam que somos tão fortes, tão invulneráveis, tão poderosos que não fazemos o menor casos deles.
Queremos que eles saibam, não somente que não faremos o menor caso de suas opiniões e desejos, mas que estamos prontos e preparados com indiscutível autoridade para reprimir qualquer expressão, qualquer manifestação destes desejos e opiniões.
Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós os lobos. Bem o sabeis o que acontece aos carneiros, quando um lobo entra no redil. Eles fecharão os olhos sobre tudo o mais, porque lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência.
A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite. Tal interpretação da palavra, nos tempos que virão, fará com que a liberdade esteja em nossas mãos, porque as leis destruirão ou criarão apenas o que nos for agradável.
Nada será comunicado à sociedade sem nosso controle. Este resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são recebidas por nossas agências que as centralizam em diversas partes do mundo. Elas só publicarão o que queremos.
Se houver alguém que deseje escrever contra nós, não haverá quem imprima. Antes de aceitar uma obra para imprimir, o editor ou impressor consultará as autoridades a fim de obter a autorização necessária. Deste modo conheceremos de antemão as emboscadas que nos armam e as destruiremos.
Criaremos uma falsa oposição ao governo. Um órgão pelo menos deve ser antípoda de nossas idéias. Nossos adversários tomarão este falso opositor como aliado e nos mostrarão seu jogo.
Os imbecis que pensarem que repetem a opinião de seu partido, repetirão é a nossa opinião ou o que nos convier. Imaginarão que seguem o seu partido e seguirão de fato a bandeira que arvoramos para eles.
Já agora, nas formas do jornalismo francês existe uma solidariedade franco maçônica. Todos os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo profissional. E nenhum de seus membros revelará estes segredos salvo se receber ordem para isto.
Mas nenhum jornalista ousará trair estes segredos, porque nenhum deles será admitido na órbita da literatura, se não tiver uma mancha no passado: esta mancha será então imediatamente revelada.
Quando entrarmos no novo regime que preparam nossos aliados, não poderemos tolerar a revelação da desonestidade pública na imprensa. Será necessária uma tão cega crença no regime, que o povo acredite que até os crimes desapareceram.
Alguns imbecis, acreditando-se instrumentos da sorte, se lançarão sobre estas novas questões, sem compreender que nada entendem do que querem discutir. Pois as questões relativas à política não serão acessíveis ao povo, somente a nós que há muitos séculos as criamos.
A fim de que as massas nada consigam pela reflexão, nós as desviaremos pelos jogos, pelas competições, pelas diversões, pelas paixões e pelas casas do povo. Em breve nós proporemos pela imprensa toda sorte de concursos de arte e de esportes. Estas coisas desviarão a atenção das questões em que teríamos de lutar com elas.
Desabituando os homens de pensar por si, eles acabarão por falar unanimemente de nossas idéias, porque somos os únicos a propor novas linhas de pensamento, por meio de pessoas que eles nem imaginam sejam solidárias conosco.
O papel dos utopistas liberais estará definitivamente encerrado quando nosso regime for reconhecido. Por isso, impeliremos os espíritos a inventar toda espécie de teoria fantástica, moderna e pretensamente progressista.
Com isso, teremos virado a cabeça a esses cristãos imbecis, com pleno êxito, não havendo uma só mente entre eles que seja capaz de entender que sob esta palavra se esconde um erro. O progresso, como uma idéia falsa, serve apenas para obscurecer a verdade, para que ninguém a conheça salvo nós.
Quando vier nosso reinado, nossos oradores raciocinarão sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para levá-los, afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará, então, que todos estes problemas foram inventados por nós de acordo com um plano político, que ninguém adivinhou durante séculos?
Nossos filósofos discutirão todos os defeitos das crenças cristãs, mas ninguém jamais poderá discutir nossa religião...
Nos países avançados, criaremos uma literatura louca, suja e abominável... a fim de fazer ressaltar o contraste de nossos discursos e programas com estas torpezas.
Nossos sábios, educados para dirigir os cristãos, comporão discursos, projetos, artigos e memórias que nos darão influências sobre os espíritos e nos permitirão dirigi-los.
Nossa vontade será respeitada e obedecida sem contestação todas as vezes que dermos ordens. Ela não se preocupará com nenhum murmúrio ou descontentamento, castigando de maneira exemplar toda e qualquer revolta.
Aboliremos o direito à contestação dos atos jurídicos, porque não devemos deixar nascer no povo a idéia de ser possível uma decisão injusta pelos juizes nomeados por nós.
Se isso acontecer, nós cassaremos a sentença, punindo tão exemplarmente o juiz por não ter compreendido o seu dever que isso jamais se repetirá.
Nosso governo assumirá o aspecto de tutela patriarcal, manifestando-se de modo paternal. Nosso povo e nossos súditos verão nele um pai que cuida de todas as suas necessidades e atos entre eles e o governo.
No fim, lhes será impossível viver sem esta tutela e sem esta direção, se quiserem viver em paz e tranqüilos. Ficarão satisfeitos conosco por termos regulado a sua vida, como o fazem os pais prudentes que querem educar seus filhos na obediência.
Como vedes, fundo o nosso despotismo no direito e no dever. Quero dizer, no direito de exigir o cumprimento do dever. O direito do mais forte que deve usá-lo para dirigir a humanidade.
Deveremos saber, sem hesitar, sacrificar alguns indivíduos isolados, violadores da ordem estabelecida, porque há uma grande força educativa no castigo exemplar.
As vítimas necessárias feitas pelo nosso rei, em obediência à utilidade, jamais irão atingir o número das vítimas oferecidas durante séculos à loucura das grandezas, pelas rivalidades dos povos cristãos.
Quando começarmos a reinar com o auxílio dos golpes de estado preparados em toda a parte para o mesmo dia, declararemos a nulidade de todos os governos existentes e providenciaremos para que não haja conspirações contra nós.
Então condenaremos a morte todos os que recebem nosso advento de arma em punho punindo também com a morte qualquer sociedade secreta. Aquelas que agora existem e que nos serviram e nos servem serão abolidas.
É deste modo que trataremos os franco maçons cristãos que saibam demasiado; os que nós pouparmos por qualquer motivo, viverão em perpétuo temor de exílio para regiões distantes. Todos os antigos membros das sociedades secretas serão banidos para países distantes.
Para um governo ser inabalável é preciso reforçar a auréola de sua força, o que se obtém mediante uma majestosa inflexibilidade do poder, deve possuir os sinais duma inviolabilidade mística na escolha feita por Deus.
Esperando nosso advento, multiplicaremos as lojas maçônicas em todo o mundo, atraindo para elas todos os que possam ser agentes proeminentes. Elas formarão o nosso principal aparelho de informação e o meio mais influente de nossa atividade.
Aqueles que entram para as ordens secretas são em geral gananciosos, aventureiros, em geral homens levianos com os quais não teremos dificuldade de nos entendermos para realizar nosso projetos.
É natural que sejamos nós e mais ninguém quem conduza os negócios da franco maçonaria, porque só nos conhecemos onde vamos.
Os cristãos entram nestas lojas por curiosidade, ou com a esperança de comer uma fatia de bolo público com o nosso auxílio... Eles têm a sede da emoção, do êxito nas empresas, dos aplausos, que nós dispensaremos sempre a eles sem avareza.
Não podeis imaginar como se pode levar facilmente, mesmo os cristãos inteligentes a uma ingenuidade inconsciente, com a condição de torná-los contentes com eles mesmos. E como fazendo cessar os aplausos isso os obriga a uma obediência servil, a fim de obter novo triunfo.
Tanto os nossos desdenham estes triunfos, contanto que se realizem nossos projetos, quanto os cristãos estão prestes a sacrificar seus projetos, contanto que consigam o seu êxito. Esta psicologia facilita a tarefa de dirigi-los!
O fato de os termos podido conduzir a essa louca cegueira nos prova com maior clareza como o seu espírito é pouco desenvolvido em relação ao nosso. Isso é a maior garantia do nosso êxito.
Nossos sábios antigos foram clarividentes dizendo que para se atingir um fim não se devem olhar os meios nem contar os números das vítimas sacrificadas. Não temos contado as vítimas dos brutos cristãos que já fizemos.
A morte é um fim inevitável de todos. Vale então mais, acelerar o fim daqueles que põem obstáculos a nossa obra. Por isso daremos morte aos franco maçons de maneira que ninguém, salvo nossos irmãos, possa desconfiar... Morrerão todos, quando se tornar necessário, como se fosse doença natural.
O espírito puramente animal dos cristãos não é capaz de análise e de observação, ainda menos de prever certos modos de apresentar uma questão. É nessa diferença de aptidão para pensar, entre nós e os cristãos, que se pode ver claramente o sinal da nossa eleição ( por Deus).
A fim de destruir todas as forças coletivas, exceto as nossas, suprimiremos todas as universidades, e fundaremos outras com novo espírito. Seus reitores e professores serão nomeados com prudência e devem ser totalmente obedientes ao governo.
Excluiremos do ensino o estudo do direito cívico e da política. As universidades não devem deixar sair de seus muros, fedelhos que formem projetos de constituição como se compusessem comédias ou tragédias, ou que se ocupem de questões políticas que seus próprios pais nunca entenderam.
No nosso programa, um terço dos cidadãos vigiará o outro terço. Então não será vergonhosa a delação nem ser espião; pelo contrário será louvável.
O foro cria homens (juizes e advogados) frios, cruéis, cabeçudos e sem princípios que em todos os momentos se colocam no terreno pessoal. Geralmente não recusam causa alguma, procurando obter absolvições a qualquer preço, recorrendo às sutilezas da jurisprudência.
No nosso governo os advogados e juizes serão proibidos de se comunicar com o demandista. Deste modo teremos uma justiça imparcial, baseada não no interesse, mas na convicção. Isso também suprimirá a atual corrupção de assessores, que não mais conseguirão dar ganho de causa somente a quem paga.
Já tomamos providência para desacreditar os padres cristãos, desorganizando assim a sua missão, que, atualmente, poderia atrapalhar-nos bastante. Sua influência sobre os povos míngua dia a dia.
Por toda a parte foi proclamada a liberdade de consciência. Por conseguinte somente um certo número de anos nos separa do fim da religião cristã. Acabaremos mais facilmente com as outras religiões, porém ainda é muito cedo para falar nisso.
Poremos o clericalismo e os clericalistas num âmbito tão estreito, que sua influência será nula em comparação a que outrora tiveram.
Quando chegar o momento de destruir completamente a corte papal, o dedo de uma mão invisível apontá-la-á aos povos. Mas quando os povos se lançarem sobre ela, nós apareceremos como seus defensores, a fim de não permitir derramamento de sangue.
Com esta manobra, penetraremos no seio da Praça São Pedro, e só sairemos dela quando a tivermos arruinado completamente. Então, o nosso rei será o papa do universo, o patriarca da igreja internacional.
Segundo as aparências severamente observadas, nosso governo só usará de seu poder para o bem do povo, jamais para benefício pessoal. Por isso seus súditos os irão adorar, com a idéia de que cada cidadão depende dele, porque dele dependerá a ordem social.
É evidente a reflexão puramente animal dos cristãos. Eles nos pediram dinheiro emprestado com juros, sem refletir que precisariam tomar este mesmo dinheiro, acrescido com juros para nos pagar. Não seria mais simples buscar o dinheiro que careciam no bolso dos contribuintes?
Todo empréstimo de governo demonstra fraqueza do estado e desconhecimento de seus direitos. Eles são como uma espada de Dâmocles, sempre pendente sobre suas cabeças, que em lugar de tomar emprestado de seus súditos, através de impostos temporários, estendem a mão pedindo esmolas aos banqueiros.
Os empréstimos externos são sanguessugas que, em caso algum, se podem arrancar do corpo do estado, salvo se o largarem por si ou se ele as extirpar radicalmente. Mas os cristãos não fazem isso, e somam sempre novos empréstimos, embora tenham de morrer com esta sangria voluntária.
Vê-se assim, que sob a forma de imposto individual juros da dívida o estado toma até os últimos vinténs dos pobres e os transfere aos ricos estrangeiros, ao invés de ajuntar riquezas para promover as suas necessidades.
Quando os empréstimos são internos, os cristãos somente transferem riquezas dos pobres para os ricos. Mas nós compramos as pessoas necessárias, para que elas canalizassem estes empréstimos para as nossas caixas no exterior e todos os cristãos passaram a nos pagar impostos de sujeição.
Os chefes cristãos, a quem aconselhamos que se distraíssem dos cuidados do estado com recepções representativas, como protocolos e divertimentos, não passam de biombos de nosso governo oculto.
As crises econômicas têm sido produzidas por nós entre os cristãos, com o único fim de retirar dinheiro de circulação. Capitais enormes ficaram estagnados, retirando dinheiro dos estados, que foram obrigados a recorrer a estes mesmos capitais a fim de obter dinheiro. Os empréstimos sobrecarregaram os estados com o pagamento dos juros e os escravizaram ao capital.
Aproveitamos a corrupção dos administradores públicos e a negligência dos governos para receber somas duplas, triplas e ainda mais fortes, emprestando dinheiro aos governos dos cristãos, que não era absolutamente necessário.
Para pagar os juros da dívida, eles precisam de novos empréstimos que não absorvem, mas aumentam o principal da dívida. Caso se esgote o crédito, vê-se o governo obrigado a criar novos impostos, um passivo para cobrir outro passivo.
O imposto sobre os pobres é uma semente de revolução social e é prejudicial ao estado, que perde grande lucro correndo atrás de pequenos proveitos.
As necessidades do estado devem ser pagas por aqueles a quem suas riquezas permitam fazer isso sem sacrifício. Tal medida destruirá o ódio do pobre contra o rico.
Possuímos a maior força moderna: o ouro! Podemos, em dois dias, retirá-lo de nossos depósitos na quantidade que nos apetecer.
Devemos ainda demonstrar que nosso poder vem de Deus. Acaso não provaremos com esta riqueza que todo o mal que fomos obrigados a causar durante tantos séculos serviu, afinal, para o verdadeiro bem, para por tudo em ordem?
A verdadeira liberdade consiste na inviolabilidade da pessoa que observa todas as leis da vida honestamente; a dignidade humana consiste na consciência de seus direitos e, ao mesmo tempo, dos direitos que não possuem.
Nosso poder será o árbitro da ordem que fará a felicidade dos homens. A auréola desse poder provocará a adoração mística e a veneração deste povo.
Para que os povos se habituem à obediência é necessário habituá-los à modéstia, diminuindo a produção de objetos supérfluos. Assim melhoraremos os costumes corrompidos pela rivalidade do luxo.
O desemprego é o que de mais perigoso existe para um governo. Para nós o seu papel estará terminado, tão logo assumamos o poder.
A embriagues será punida como crime contra a humanidade, porque transforma os homens em bestas sob a influência do álcool.
Só os que sejam absolutamente capazes de um governo firme, inflexível até a crueldade, receberão o poder das mãos dos nossos sábios.
Exclusivamente o rei e seus três iniciadores conhecerão o futuro. Ninguém saberá o que o rei quer alcançar com suas ordens e por isso ninguém ousará pôr-se através de um caminho ignorado.
*** FIM ***
Penso que não há necessidade de comentários. O leitor já sentiu, já discerniu com toda clareza que efetivamente, durante séculos, temos sido conduzidos por estes meios e caminhos, de tal forma que, NEGAR tal coisa, é colocar na própria testa uma placa de Jack as, traduzindo, asno! Caso não seja assim, a placa será de conivente ou diretamente envolvido na trama, e, portanto de combatente feroz de todos aqueles que levam tais projetos ao conhecimento do povo. Entretanto, acho que isto é besteira, porque se apenas um dos rastreadores da Web anuncia 2.540 inserções sobre um mesmo livro ataque e defesa isso significa que as penas do travesseiro já se espalharam até pelo universo, não só pela nossa terra. Entretanto, a gente sabe que o livro continua sendo combatido. Ainda na semana que passou, na cidade de Blumenau, um advogado foi alvejado na boca por um assaltante, que lhe levou unicamente um livro original desta publicação. Na verdade, o que se pode dizer aos que contradizem a obra: Tempo perdido! Quanto mais tentam dizer que isso é mentira, mais claro fica para todos que é verdade.
Penso, assim, que o leitor teve condições de entender centenas de situações que ao seu lado ocorrem, e para as quais não achava justificativa. E agora sabe quem está por trás disso. Também, sabendo disso, pode melhor entender grande parte dos nossos textos, pois aqui fica claro que estamos no final de um processo, que fatalmente levará ao governo único que alguns tanto almejam. Para isso, eles preparam o mundo para uma derrocada econômica mundial, fragorosa e inapelável, que levará muitas nações à guerras civis e depois a uma guerra mundial. Sim, exatamente conforme os pontos que temos anunciado. E como eles dizem, já estão na última etapa do processo, qual seja, adentrar na Praça São Pedro, no Vaticano, para de lá saírem somente quando tiverem completado o serviço, ou seja, colocar o mundo completamente nas pavorosas garras de satã.
De fato, ninguém pode odiar mais, que aqueles que vivem de bebê-lo, dia após dias, década após década, sim por milênios, conduzidos pela mesma raça de descendentes de Caifás e seus ancestrais, e agora também, por todos aqueles de outras raças que, fisgados pela isca do ouro e do poder, colocaram-se unidos como co-autores deste plano terrível. Todos estamos em suas mãos ordinárias, e humanamente falando não temos mais condições de nos livrarmos das suas garras. Tudo já vai tarde, e até mesmo dentro da Igreja o Papa João Paulo II percebeu isto. Agora é caminhar para os seus finalmente porque, com certeza plena, e com toda a riqueza dos detalhes que você viu, o processo agora é irreversível. Satanás tem um ódio eterno dos homens, e conseguiu que alguns homens tivessem em suas almas ódio ainda maior que o seu. Entretanto, como sempre dissemos, seu reinado será curtíssimo, porque Deus jamais permitirá que um filho das trevas fique por muito tempo sentando na cadeira de Pedro, ou no trono do mundo.
Uma dica final: Pelo texto, o leitor viu que o braço aparente, a força visível, que opera no sentido de executar este projeto, é a maçonaria. De fato, eles são os fiéis executores do plano destes artífices do mal, que desde a antiguidade sonham seus sonhos de domínio do mundo. Interessante observar que, a plena totalidade dos filiados a estas entidades das trevas, imaginam que são eles os verdadeiros líderes, os idealizadores e únicos senhores do plano. Pensam, em seus corações, que serão eles a dominar a terra, quando na verdade é projeto dos verdadeiros autores, por trás, matar a todos os franco-maçons, tão logo cheguem ao poder. São eles, pois, tal como nós cristãos, apenas buchas de canhão deles. Claro que, tão pomposos são, não acreditam numa coisa destas, mas...
Não fica por isto! Deixo uma pequena fisgadinha para os verdadeiros artífices por trás do projeto: eles também são enganados por satanás, que é mil vezes ainda mais esperto que eles, os sábios de Sião. Quando eles pensarem ter um descendente seu sentado no trono da terra, já antes ali estará seu filho dileto, o anticristo. De fato, eles como simples mortais não teriam qualquer chance de implementar seu projeto, que se desenvolve graças ao poder de satanás, com toda sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele satanás usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes envia um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro(II Tess 2,9-10). Ou seja: os cristãos são enganados pela maçonaria, por acharem que ela é inofensiva. Os maçons são enganados pela sinagoga, que os conduz pelo brilho do ouro. E a sinagoga é enganada pelo diabo, que pensa enganar a Deus. Somos, pois, todos trouxas diante do Poderoso. Que papelão fazemos diante Dele, pensando que nossos atos são ocultos!
Um apelo final: Tudo isso eu coloco, não para que o leitor se revolte contra estas pessoas, mas para que reze por elas. O mundo não precisa mais de ódios, pois já a taça dele transborda e tinge a terra de sangue. O mundo precisa, e desesperadamente, é de pessoas que se voltem para Deus, pela oração, pela conversão, pela confissão e pelo Rosário de Maria. Esta é arma perfeita para a guerra atual. Acaso eles não dizem que são e permanecem invisíveis? Como se pode atacar um inimigo invisível? Com armas de poder superior ainda, porque armas do próprio Deus. Agora é o tempo, em que o Rosário se transformou em espada do espírito, para os que lutam corpo a corpo, em metralhadora giratória para os que lutam contra muitos inimigos, em foguete exoccet para os que querem atingir alvos precisos, em foguete de múltiplas ogivas para os que atacam em diversas frentes e em bomba atômica para os que querem explodir com o reino de satanás na terra. É o Rosário que Deus elegeu por perfeito escudo contra estes tempos. Junto com a Eucaristia eles acabarão por cegar ao demônio, o verdadeiro autor de todo este projeto.
Quanto aos homens que o executam, logo também eles perceberão que, ao invés de inteligentes, de superiores e de sábios de Sião, como se gostam de intitular, na verdade não passam de cegos, conduzindo cegos os cristãos sim para ao abismo onde reina o monstro infernal. Eles não percebem que olhos eternos vigiam seus rastros, sondam seus corações e acompanham seus projetos. Logo tudo explodirá como prova segura de que este plano é verdadeiro. Mas logo tudo acabará, como prova de que somente Deus é poder e somente a Ele cabem nossos destinos, terrenos e eternos. De todas as criaturas!
Ao Rosário, portanto! À Eucaristia, portanto!
Viver em estado de graça, aguardado o noivo que vem! Estes os filhos da Luz!
Eles pertencem a Deus, e nestes ninguém toca!
Aos outros, as garras de satã!
Deus, ou o diabo, última escolha! Não há três destinos!
Aarão!
Fonte: Recados do Aarão