Criança de onze anos dá à luz um bebê nos Estados Unidos


08.02.2010 - Uma criança de onze anos deu à luz um bebê no nordeste dos Estados Unidos, informou nesta sexta-feira (5) a rede de TV norte-americana Fox News. O nome e a família dos envolvidos foram mantidos sob sigilo para proteger a privacidade da mãe e da criança.

A notícia foi revelada pela avó. "Gostaria de tranquilizar a todos para dizer que minha filha e o bebê estão bem. E o bebê é simplesmente linda", afirmou a avó à emissora.

Fonte: Terra noticias

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Lembrando...

Sexo é 4º termo mais buscado por crianças na internet, indica estudo

14.08.2009 - Crianças estão usando a internet para ver vídeos no YouTube, se conectarem com amigos em redes sociais e fazer buscas com as palavras sexo e pornografia, afirmou uma pesquisa divulgada nesta semana.

A companhia de segurança de computadores Symantec Corp identificou os 100 principais termos de buscas realizadas entre fevereiro e julho por meio do serviço de segurança familiar OnlineFamily.Norton, que monitora o uso da internet por crianças e adolescentes.

A empresa descobriu que o termo mais popular de busca nessa faixa de público foi YouTube, site de vídeos do Google. A estrela da internet Fred Figglehorn, personagem de ficção cujos vídeos no YouTube são populares entre crianças, aparece na nona posição entre as principais pesquisas on-line.

O Google é o segundo termo mais popular, e o Yahoo aparece na sétima posição. Enquanto isso, o site de redes sociais Facebook ficou em terceiro e o MySpace, em quinto.

Mas as palavras “sex” e “porn” também entraram na lista dos 10 termos mais pesquisados, aparecendo nas quarta e sexta posições, respectivamente.

Outros termos populares incluem Michael Jackson, eBay, Wikipedia, a atriz Miley Cyrus, que interpreta a personagem Hannah Montana em um seriado da Disney, Taylor Swift, Webkinz, Club Penguin, e a música “Boom Boom Pow”, da banda Black Eyed Peas.

A representante da Symantec para segurança na internet, Marian Merritt, afirmou que a lista mostra que os pais precisam ter consciência sobre o que seus filhos estão fazendo on-line.

“Também ajuda a identificar momentos em que os pais devem falar com seus filhos sobre comportamento apropriado na internet e outras questões relacionadas à vida on-line de suas crianças”, afirma ela em comunicado da empresa.

A lista foi produzida depois que a Symantec avaliou 3,5 milhões de pesquisas feitas pela ferramenta OnlineFamily.Norton, que permite que os pais vejam o que crianças estão pesquisando e com quem estão falando em mensagens instantâneas e que redes sociais estão usando.

Fonte: Folha Online

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Lembrando...

Sexualização precoce empurrando meninas para a depressão e problemas físicos

04.09.2008 - “Quando eu tinha 11 anos, li uma revista de adolescentes pela primeira vez e foi quando clicou em mim, ‘eu tenho de ser desse jeito também’”, diz uma menina que respondeu à pesquisa de um estudo feito pela organização de escoteiras Girlguiding UK e pela Fundação de Saúde Mental, que revelou três principais “precipitadores” potenciais para sérios problemas de saúde mental em meninas: sexualização prematura, comercialização e uso de drogas.

De forma mais geral, o estudo revela uma perda da inocência das crianças e diz que as meninas de hoje experimentam elevados níveis de “estresse, ansiedade e infelicidade”. O estudo constatou que a sexualização prematura e pressão para crescer cedo demais são duas “influências principais” na ansiedade que as meninas sentem.

“Os avanços sexuais dos meninos, a pressão de vestir roupas que as façam parecer mais velhas e revistas e sites que orientam as meninas para perder peso ou considerar cirurgia plástica foram identificados como cargas pesadas”, diz o estudo.

O Dr. Andrew McCulloch, chefe executivo da Fundação de Saúde Mental que trabalhou no estudo, disse: “Meninas e moças estão sendo forçadas a crescer a um ritmo não natural numa sociedade que nós, como adultos, criamos e isso está prejudicando o bem-estar emocional delas”.

“Estamos forçando nossas jovens a crescerem rápido demais e não estamos lhes dando os espaços e experiências que elas precisam para serem seguras e confiantes. Estamos criando uma geração sob estresse”.

O estudo, comissionado pela Fundação de Saúde Mental e pela organização de escoteiras, questionou 350 escoteiras de 10 a 14 anos e inclui entrevistas detalhadas com adolescentes de toda a Inglaterra. Dois terços das meninas pesquisadas online sentem “revolta e tristeza” pelo menos em parte do tempo e metade acha difícil lidar com esses sentimentos. Um quarto fica “muitas vezes preocupada, enquanto metade acha difícil lidar com sua ansiedade.

Muitas das meninas disseram que têm amigas ou membros da família que sofreram problemas de doença mental. Dois quintos conhecem alguém que provocou lesões no próprio corpo, um terço tem uma amiga que sofreu de desordem alimentar e quase duas em cinco conhecem alguém que teve experiência com ataques de pânico. Muitas sentem que provocar lesões físicas em si poderia estar dentro do espectro de “conduta adolescente típica” e que não é necessariamente sintoma de um problema de saúde mental. Um quarto disse que conhecem alguém que usou drogas ilegais, enquanto dois quintos tiveram a experiência de alguém que bebia álcool demais.

As meninas vêem as famílias que apóiam e os grupos de amizade como os “fatores mais importantes” ao lidar com esses problemas.

Esse estudo mais recente apóia pesquisas anteriores conduzidas pela organização de escoteiras que constatou que as meninas estão particularmente sob pressão para se parecerem com celebridades que elas vêem nas revistas e na televisão. Dois terços das meninas confessaram que se sentiam piores acerca de si mesmas quando viam fotos de modelos nas revistas e na TV.

Uma pesquisa anterior de membros da Girlguiding UK constatou que os papéis modelos mais citados pelas moças entre 10 e 25 anos incluíam a esqueleticamente magra Victoria Beckham, uma ex-cantora de Spice Girls e esposa da super-estrela do futebol David Beckham, a cantora inglesa Leona Lewis, Kate Moss, a “supermodelo” que pioneirou o estilo “heroin chic waif look” na década de 1990, e a cantora Amy Winehouse, uma viciada em crack cujos problemas com álcool e conduta autodestrutiva se tornaram notícia dos tablóides desde 2007.

Quarenta e quatro por cento admitiram que conseguiam se lembrar mais de esposas e namoradas de jogadores famosos de futebol do que de mulheres na política. Quarenta e dois por cento das moças pesquisadas mencionaram as celebridades como a maior influência nas meninas e mulheres jovens.

“As jovens de hoje enfrentam uma nova geração de pressões que deixam muitas sofrendo estresse, ansiedade e infelicidade”, disse a Guia Chefe Liz Burnley. “Todos nós que nos importamos com as moças temos uma parte a desempenhar em ajudá-las a achar uma saída para essas exigências conflitantes para construir a confiança que elas precisam para ser si mesmas”.

Em 2007, um relatório da Associação Americana de Psicologia (AAP) recomendou a remoção de todas as imagens ‘sexualizadas’ de mulheres nos meios de comunicação, chamando-as prejudiciais para a auto-imagem e desenvolvimento saudável das meninas.

A Dra. Eileen L. Zurbriggen, que dirige a força-tarefa da AAP que conduziu o estudo, disse: “As conseqüências da sexualização das meninas nos meios de comunicação são bem reais e provavelmente são uma influência negativa no desenvolvimento saudável das meninas”.

“Temos ampla evidência para concluir que a sexualização tem efeitos negativos numa variedade de domínios, inclusive o funcionamento cognitivo, a saúde física e mental e desenvolvimento sexual saudável”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com


Fonte: LifeSiteNews
 


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