Países começam a abandonar o uso do dinheiro: Países grandes e pequenos, ricos e pobres, estão fazendo um esforço conjunto para criar economias sem, ou praticamente sem dinheiro


06.10.2016 - Hora desta Atualização - 21h00

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O dinheiro em espécie é muitas vezes um cúmplice no crime, seja no tráfico de drogas, na lavagem de dinheiro, em subornos ou na sonegação fiscal. A troca analógica e antiquada de dinheiro em papel é feita em grande parte anonimamente, tornando-a a forma perfeita para criminosos fazerem negócios. Veja o suborno, por exemplo: o Banco Mundial calcula que cerca de US$1 trilhão em propinas sejam pagos em todo o mundo a cada ano. Boa parte dessa soma é em dinheiro vivo.

Diante disso, muitos países --grandes e pequenos, ricos e pobres-- estão fazendo um esforço conjunto para criar economias sem, ou praticamente sem dinheiro.

A Suécia, um dos primeiros países a introduzirem o papel-moeda, nos idos de 1661, pode ser o primeiro deles a abandoná-lo, já dentro de cinco anos. Os bancos suecos adotaram o depósito direto para os trabalhadores nos anos 1960. Recentemente, a Suécia começou a se afastar da moeda de papel a sério depois que uma série de assaltos bastante midiatizados assustou os clientes. Os bancos começaram a fechar caixas automáticos e a lidar com menos dinheiro vivo, em geral. Então, em 2012, eles lançaram um serviço de pagamento por celular chamado Swish, um aplicativo que hoje é imensamente popular e permite que os clientes transfiram dinheiro em poucos segundos.

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Niklas Arvidsson, um professor associado do Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo (KTH), diz que o dinheiro em circulação na Suécia em relação ao PIB é de menos de 2%, em comparação com os 7% dos Estados Unidos. E somente cerca de 20% dos pagamentos de consumidores na Suécia no ano passado foram feitos com dinheiro vivo, em comparação com uma média de 75% no resto do mundo, de acordo com a Euromonitor International.

A Suécia está longe de ser uma exceção em querer minimizar o uso do dinheiro. O resto da Escandinávia está se encaminhando na mesma direção, assim como o resto da Europa, especialmente a França e a Holanda. E também está acontecendo na Ásia: a Coreia do Sul espera se tornar uma sociedade sem dinheiro até 2020.

Até a Índia está deixando o dinheiro de lado, acredita Nandan Nilekani, o bilionário cofundador da gigante de tecnologia da informação Infosys. Apesar da população enorme e relativamente pobre do país e de sua imensa economia informal, a Índia "está na verdade em uma posição singular para dar um grande salto na tecnologia de pagamentos e fazer com que a economia dependa cada vez menos do dinheiro", diz Nilekani.

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Nilekani começou em 2009 ajudando o governo a implantar um moderno sistema de identificação parecido com o cartão de Seguridade Social americano para monitorar os benefícios pagos aos cidadãos indianos. Conhecido como Aadhaar, o novo sistema colocou cartões de identificação de alta tecnologia nos bolsos de aproximadamente 1 bilhão de indianos, que dão a seus titulares a capacidade de transferir fundos para outros titulares de cartões e instituições.

De acordo com Nilekani, esse sistema de pagamentos, combinado a outras mudanças recentes --incluindo o rápido crescimento no número de usuários de smartphones (mais de 200 milhões e com tendência a aumentar) e os esforços do governo em persuadir os indianos a abrirem contas bancárias-- está levando a Índia para um "ponto de ruptura" que causará "um aumento drástico nas transações sem dinheiro".

É claro que existem razões legítimas para que os indianos e todos nós fiquemos preocupados em abrir mão de nosso dinheiro, em especial a falta de independência dos grandes bancos e das instituições governamentais que controlariam nossas transações.

A própria pesquisa de Arvidsson sobre nosso relacionamento com o dinheiro sugere um paradoxo intrigante: a maior parte de nós vê o dinheiro como um direito humano básico, mas há cada vez menos de nós preferindo usá-lo. Isso pode significar que, à medida que o dinheiro vai perdendo seu valor prático, ele está retendo e até aumentando seu valor simbólico. Em outras palavras, para alguns suecos, uma cédula de 100 coroas é equivalente à bandeira sueca.

"O dinheiro é um símbolo do Estado da Suécia e as pessoas gostam disso", diz Arvidsson. "Gostamos quando a equipe nacional de hóquei no gelo ou de futebol jogam. Nós nos sentimos como suecos. E parece ser o mesmo com o dinheiro. Nós nos sentimos suecos quando vemos dinheiro sueco, ainda que não o usemos." Fonte: UOL noticias

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Assim a Nova Ordem Mundial, vai concretizando seu plano maligno de dominação Global. Quem poderá resistir?

Uma novidade aqui outra acolá... essas disfarçadas NOVIDADES para sociedade, tudo com o pretexto de visar melhorias para a humanidade.

Tudo para acabar com o "dinheiro de papel", fazendo surgir finalmente uma sociedade totalmente digital, pois assim fica mais fácil o implante do micriochip tornar-se obrigatório na sociedade.

Numa sociedade "sem dinheiro", o governo será capaz de dizer quem está autorizado a utilizar o sistema bancário, também de compras a débito ou crédito, e quem não está apto. Será muito fácil para um governo tirânico que todos recebessem um chip de identificação, antes de serem autorizados a comprar, vender ou fazer qualquer outra coisa, neste sistema financeiro de controle total.

“Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome“. (Apocalipse 13, 16 e 17)

Implantam chip para ajudar os médicos com seus pacientes na área da saúde, depois para beneficiar quem tem medo de sequestros através de sua localização. Recentemente controlar ex-detentos de atividades suspeitas. Também monitorar estudantes nas escolas. Para ter livre acesso em Casas noturnas, discotecas e shows o tal implante vai se tornando obrigatório. Oferecem tatuagens digitais com o tal chip para virar moda entre os jovens. Agora para facilitar os torcedores dos times de futebol ao acesso aos estádios e outras vantagens, ainda chamam o implante do chip de ticket da paixão.

Você achou que era mais uma teoria da conspiração? Coisa de fanáticos religiosos?

A Marca da Besta é real e a cada dia invade a vida das pessoas, que a aceitarão como uma maravilhosa novidade do mundo moderno. Milhares de familias ricas e poderosas já estão todas implantadas com este microchip.

Como eu disse, todos que adoram as novidades tecnológicas, inovações, enfim...as modas do mundo, vão aderir. Os jovens que querem sempre estar acompanhando as modas e novidades, serão os primeiros a aderir em massa tudo isto.

Mas, a verdadeira finalidade do tal chip: Escravizar toda a humanidade.

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Mas quem vai escravizar?

“Ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta”. (Apocalipse 12, 12)

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Diz na Sagrada Escritura:

“Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome“. (Apocalipse 13,16 e 17)

"Um terceiro anjo seguiu-os, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a Fera e a sua imagem, e aceitar o seu sinal na fronte ou na mão, há de beber também o vinho da cólera divina, o vinho puro deitado no cálice da sua ira. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre diante dos seus santos anjos e do Cordeiro". (Apocalipse 14, 9-10)

 

Veja também...

Rumo a Marca da Besta? Executivos dos maiores bancos do mundo se reuniram secretamente em Wall Street para testar dinheiro digital a nível Global

Visões do Autor deste Site: A Besta fala e a maioria dos homens ficarão maravilhados, aderindo sua marca maligna

 


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