Papa Francisco nomeia pastor protestante para direção semanal em espanhol, do L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, na Argentina


03.01.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br

Artigo traduzido do site: http://magister.blogautore.espresso.repubblica.it

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Com o novo ano também "L'Osservatore Romano" inova. Papa Francisco queria uma nova edição específica para a Argentina, e nestes dias confiou seus discursos para outro compatriota seu, o protestante Marcelo Figueroa.

A novidade sem precedentes é que Figueroa não é católico, mas protestante, pastor da Igreja Presbiteriana e diretor durante vinte e cinco anos de Argentina Sociedade Bíblica, além de ser amigo há muitos anos Jorge Mario Bergoglio, que queria acompanhá-lo a sua recente viagem a Lund por ocasião da celebração do sesquicentenário da Reforma Luterana, e já entrou para o endereço da cabine do jornal oficial da Santa Sé.

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Na Argentina foi precisamente Figueroa que se sentar na mesma mesa com ele, quando Francisco era arcebispo de Buenos Aires, junto ao rabino Abraham Skorka, para uma série de entrevistas transmitidas pelo Canal 21 de televisão, e depois transcrita em um livro publicado em italiano por Livraria Editora Vaticana, sob o título: "conversazioni sulla Bibbia".

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Hoje Figueroa é como a família em Santa Marta. Francisco permaneceu em contato contínuo com ele através de telefonemas e cartas. O Papa concedeu a ele uma longa entrevista de Milennium 106,7 FM, estação de rádio em Buenos Aires. Agora ele o promoveu não só como diretor da Argentina, da edição semanal do "L'Osservatore Romano", mas também como um colunista para a edição de liderança diária.

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São as aventuras e desventuras do novo caminho ecumênico inaugurada pelo Papa Francisco, também na versão Argentina.

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Só resta lembrar novamente o seguinte...

Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:

"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica.

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A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro.

Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?

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Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência.

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Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. 

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E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”

Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

 

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