Não mais apenas quatro, mas 67 Prelados (28 Cardeais, 11 Arcebispos e 28 Bispos) esperam do Papa Francisco sua resposta às dubia. Entre esses Prelados, encontram-se clérigos de expressiva relevância da Igreja Católica


08.03.2017 -

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Segundo o site CATHOLICVS a lista de Prelados que apoiam as “dubia” sobre “Amoris laetitia”, enviadas ao Papa Francisco, e que defendem a Doutrina e o Magistério da Igreja sobre o Matrimônio e rejeitam liberar os Sacramentos da Penitência e a Eucaristia para casais em situação de pecado de adultério, continua aumentando; sem pressa, mas também, sem pausa.

Entre esses Prelados, encontram-se clérigos de expressiva relevância da Igreja Católica, tais como o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, além de vários presidentes de conferências episcopais e outros responsáveis por altos postos na hierarquia. Isso mostra que a situação é grave e não deve ser minimalizada, muito menos ignorada — como quer o clero progressista aliado às mídias e instituições do globalismo anticristão — e que a partir de “Amoris laetitia” e outras atitudes heterodoxas do atual pontificado, contraditoriamente à sua longa e agressiva militância antipapal, agora se mostram repentinamente ultrapapistas e “defensores” do Vigário de Cristo.

Desses Prelados que defendem o ensino de sempre encontramos dois brasileiros: Mons. Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney e Mons. Antonio C. Rossi, Bispo de Frederico Westphalen, que devem contar com nosso apoio e nossas orações, uma vez que, confirmando o ensino de sempre no zelo para com suas ovelhas, fazem o que o Catecismo Romano explicita com toda clareza:

“Devemos explicar a natureza e as propriedades do Matrimônio. Uma vez que os vícios costumam disfarçar-se em aparências de virtude, é preciso tomar precauções, para que os fiéis não se iludam com simulacros de casamento, e não manchem a alma com torpezas e excessos pecaminosos. Para entrar na explicação da matéria, começaremos pelo significado etimológico da palavra”. (Cf. O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO, SEGUNDO A IGREJA CATÓLICA)

LISTA COMPLETA, segundo CATHOLICVS, constando 67 Prelados (28 Cardeais, 11 Arcebispos e 28 Bispos), contando-se entre eles:

O Cardeal Protodiácono.
O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
O Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
O Prefeito da Secretaria de Economia da Santa Sé.
O ex-prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica.
O Presidente da Conferência Episcopal Polaca.
O Vice-Presidente do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (o mesmo que o Presidente da C. E. Polonesa).
O Presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos.
O Presidente da Conferência Episcopal da Índia.
O Presidente da Conferência Episcopal do Quênia.
O presidente “ad honorem” da Conferência Episcopal Venezuelana.
O ex-presidente da Conferência Episcopal Italiana.
O ex-presidente da Conferência Episcopal Espanhola.
O ex-presidente da Conferência Episcopal da Letônia.
O Presidente do Conselho para a Família da Conferência Episcopal Polaca.
O Presidente da Comissão de Família e Comunidade da Conferência Episcopal da Costa Rica.
O Prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
O Presidente emérito da Prefeitura para os Assuntos Econômicos da Santa Sé.
O Presidente emérito da Academia Pontifícia para a Vida.
O Presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas.
O Presidente emérito do Pontifício Conselho para a Família.
O Presidente emérito do Pontifício Conselho “Cor Unum”.
O Presidente emérito do Conselho Pontifício Justiça e Paz.
O Presidente emérito do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (o mesmo que a Justiça e Paz).
O Presidente emérito do “Peregrinatio ad Petri Sedem”.

1. Cardeal Walter Brandmüller, presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas.
2. Cardeal Leo Raymond Burke, ex-prefeito da Signatura Apostólica e ex-patrono da Ordem Soberana de Malta.
3. Cardeal Carlo Caffarra, Arcebispo emérito de Bolonha (Itália)
4. Cardeal Joachim Meisner, Arcebispo emérito de Colónia (Alemanha).
5. Cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino ea Disciplina dos Sacramentos.
6. Cardeal Josef Paul Cordes, presidente emérito do Pontifício Conselho “Cor Unum”.
7. Cardeal George Pell, Prefeito do Ministério da Economia da Santa Sé.
8. Cardeal Fox Wilfrid Napier, Arcebispo de Durban (África do Sul).
9. Cardeal Ludwig Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
10. Cardeal Renato Raffaele Martino, Protodiácono Cardeal, presidente emérito do Conselho Pontifício Justiça e Paz, presidente emérito do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes Observador Permanente e ex da Santa Sé nas Nações Unidas.
11. Cardeal Camilo Ruini, Vigário Geral emérito de Sua Santidade para a diocese de Roma, o ex-presidente da Conferência Episcopal Italiana, emérito Arcipreste da Basílica Papal de Latrão, o Grand Emérito Chanceler da Pontifícia Universidade Lateranense e presidente emérito do “Peregrinatio ad Petri Sedem”.
12. Cardeal Francis Arinze, prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
13. Cardeal Angelo Scola, Arcebispo de Milão (Itália).
14. Cardeal Ennio Antonelli, Arcebispo emérito de Florença (Itália) e presidente emérito do Pontifício Conselho para a Família.
15. Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, S.D.B., Arcebispo emérito de Hong Kong (China).
16. Cardeal Velasio De Paolis, presidente emérito da Prefeitura para os Assuntos Econômicos da Santa Sé.
17. Cardeal Moran Mor Baselios Cleemis, Arcebispo Maior de Trivandrum, Catholicós da Igreja Católica siro-malankar e Presidente da Conferência Episcopal da Índia.
18. Cardeal Jaroslav Dominik Duka, O.P., Arcebispo de Praga e primaz da República Checa.
19. Cardeal Olorunfemi John Onaiyekan, Arcebispo de Abuja (Nigéria).
20. Cardeal Jacobus Willem Eijk, Arcebispo de Utrecht (Países Baixos).
21. Cardeal Thomas Christopher Collins, Arcebispo de Toronto (Canadá).
22. Cardeal Nicholas Daniel DiNardo, Arcebispo de Galveston-Houston (EUA) e Presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos.
23. Cardeal Michael Timothy Dolan, Arcebispo de Nova York (EUA).
24. Cardeal John Njue, Arcebispo de Nairóbi e Presidente da Conferência Episcopal do Quênia.
25. Cardeal Elio Sgreccia, presidente emérito da Academia Pontifícia para a Vida.
26. Cardeal Antonio Maria Rouco Varela, Arcebispo emérito de Madrid e ex-presidente da Conferência Episcopal Espanhola.
27. Cardeal Jorge Liberato Urosa Savino, Arcebispo de Caracas e presidente “ad honorem” da Conferência Episcopal Venezuelana.
28. Cardeal Jānis Pujats, Arcebispo Emérito de Riga e ex-presidente da Conferência Episcopal da Letônia.
29. Mons. Stanislaw Gadecki, Arcebispo Metropolitano de Poznan, Presidente da Conferência Episcopal Polaca e Vice-Presidente do Conselho das Conferências Episcopais da Europa.
30. Mons. Charles Joseph Chaput, O.F.M. Cap., Arcebispo Metropolita de Filadélfia (EUA).
31. Mons. Hector Aguer, Arcebispo de La Plata (Argentina).
32. Mons. Tomash Peta, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Santa Maria em Astana (Cazaquistão).
33. Mons. Jan Pawel Lenga, Arcebispo emérito de Karagandasu (Cazaquistão).
34. Mons. William E. Lori, Arcebispo de Baltimore, Maryland (EUA).
35. Alexander K. Sample, Arcebispo de Portland (EUA).
36. Mons. Richard W. Smith, Arcebispo de Edmonton (Canadá).
37. Mons. Gerard Pettipas, CSsR, Arcebispo de Grouard-McLennan (Canadá).
38. Mons. Terrence Thomas Prendergast, S. I., Arcebispo de Ottawa (Canadá).
39. Mons. Wolfgang Haas, Arcebispo de Vaduz (Liechtenstein).
40. Mons. Fernando Arêas Rifan, Bispo Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Brasil).
41. Mons. Steven Lopes, Bispo do Ordinariato Pessoal da Cátedra de São Pedro (EUA).
42. Mons. Jan Wątroba, Bispo de Rzeszów e Presidente do Conselho para a Família da Conferência Episcopal Polaca.
43. Mons. José Francisco Ulloa Rojas, Bispo de Cartago e Presidente da Comissão de Família e Comunidade da Conferência Episcopal da Costa Rica.
44. Mons. Ratko Peric, Bispo de Mostar-Duvno (Bósnia e Herzegovina).
45. Mons. Vitus Huonder, Bispo de Coira-Chur (Suíça).
46. Mons. Antonio C. Rossi, Bispo de Frederico Westphalen (Brasil).
47. Mons. David Kagan, Bispo de Bismarck, Dakota do Norte (EUA).
48. Mons. Juan Antonio Reig Pla, Bispo de Alcala de Henares (Espanha).
49. Mons. Scott MacCaig, Bispo do Ordinariato Militar do Canadá.
50. Mons. Philip Egan, Bispo de Portsmout (UK).
51. Mons. Thomas J. Olmsted, Bispo de Phoenix (EUA).
52. Mons. James Conley, Bispo de Lincoln, Nebraska (EUA).
53. Mons. Thomas Paprocki, bispo de Springfield, Illinois (EUA).
54. Mons. Ignazio Zambito, Bispo de Patti (Itália).
55. Mons. Juan Rodolfo Laise, OFM, Bispo emérito de San Luis (Argentina).
56. Mons. Taras Senkiv, O.M., Bispo de Stryi (Ucrânia).
57. Mons. Frederick Henry, Bispo de Calgary (Canadá).
58. Mons. Mark Hagemoen, Bispo de Mackenzie-Fort Smith (Canadá).
59. Mons. Paul Terrio, Bispo de St. Paul (Canadá).
60. Mons. Adriano Langa, bispo de Inhambane (Moçambique).
61. Mons. Kauneckas Jonas, Bispo de Panevezys (Lituânia).
62. Mons. Rigoberto Corredor Bermudez, Bispo de Pereira (Colômbia).
63. Mons. Anthony Lee Kok Hin, bispo emérito de Miri (Malásia).
64. Mons. Gregory J. Bittman, Bispo Auxiliar de Edmonton (Canadá).
65. Mons. Józef Wróbel, Bispo titular de Suas e Lublin auxiliar (Polónia).
66. Mons. Athanasius Schneider, Bispo titular de Celerina e auxiliar de Maria Santíssima em Astana (Cazaquistão).67. Mons. Andreas Laun, Bispo auxiliar de Salzburg, membro dos Oblatos de São Francisco de Sales e Professor de Teologia Moral na Faculdade de Filosofia e Teologia em Heiligenkreuz (Áustria).

Fonte: CATHOLICVS  via  Sensus Fidei

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:

"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.  E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”

Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

 

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