A resposta totalmente católica do Santo Papa João Paulo II, quando a parada do orgulho gay chegou a Roma há 18 anos


08.06.2018 -

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O falecido Papa São João Paulo II, sobre as implicações de uma celebração considerável da homossexualidade realizada em Roma durante o Ano Jubilar de 2000, da Igreja Católica, dizendo que era uma "ofensa" para os valores critãos e um insulto.

Declarou ele: “Em nome da Igreja de Roma, não posso expressar a amargura pela afronta ao Grande Jubileu do ano 2000 e pela ofensa aos valores cristãos, de uma cidade que é tão querida aos corações dos católicos em todo o mundo". Disse aos peregrinos em uma mensagem de domingo, um dia depois de milhares terem marchado em uma parada do orgulho gay em Roma.

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O papa reafirmou o ensinamento da Igreja sobre a homossexualidade, citando o Catecismo, e disse que a Igreja Católica não poderia silenciar sobre a verdade.

"Os atos homossexuais vão contra a lei natural", disse João Paulo II, num discurso numa sacada, na Praça de São Pedro em 09 de julho de 2000. 

"A Igreja não pode silenciar a verdade", disse o pontífice, "porque não corresponderia à sua fé em Deus Criador e não ajudaria a discernir o que é bom do que é mau".

O jornal New York Post na época, retratou as críticas de João Paulo II como “homofobia”, dizendo que ele estava “zangado” ao falar contra a celebração da homossexualidade. 

A resposta de João Paulo II, ao evento do orgulho gay em Roma, e sua articulação precisa do ensino católico, ressalta a grande diferença entre seu pontificado e o de Francisco, o último marcado por confusão e dúvida no ensino católico e com comentários infames como: “Quem sou para julgar".

(Mas Jesus, voltando-se para ele, disse-lhe: Afasta-te, Satanás! Tu és para mim um escândalo; teus pensamentos não são de Deus, mas dos homens!" São Mateus 16, 23)

O desfile de Roma foi o principal evento para o World Pride 2000 internacional, segundo o jornal Los Angeles Times, repleto de “motociclistas vestidos de couro”, “transexuais de peito nu” e “drag queens com perucas aberrantes”.

O Vaticano pressionou para cancelar o festival gay por meses, segundo o New York Times, mas o discurso de 10 de julho de 2000, foi a primeira vez que o pontífice falou pessoalmente sobre o assunto.

Um dia antes de seus comentários na Praça de São Pedro no dia da parada do orgulho gay, João Paulo II celebrava uma missa especial do Ano Jubilar para os presos na prisão mais antiga de Roma, oferecendo-lhes sua bênção pessoal e apelando aos governos em todo o mundo para reduzir sentenças para prisioneiros durante o Ano Santo.

João Paulo II pretendia que o Grande Ano Jubilar de 2000, como um tempo de arrependimento para os indivíduos e para a Igreja como um todo, fosse uma celebração da misericórdia de Deus e do perdão dos pecados. Teve um significado especial para celebrar o aniversário de 2000 do nascimento de Cristo e observar o início do Terceiro Milênio para a Igreja, e incluiu celebrações simultâneas de jubileu em outras partes do mundo. 

A parada do orgulho gay foi o "primeiro mega-encontro gay" da Itália, segundo o LA Times, superando o evento de uma semana que atraiu ativistas gays de cerca de 40 países.

O relatório disse que houve grandes celebrações do orgulho gay até nas cidades dos EUA e do norte da Europa, "mas este foi um dos maiores em um país majoritariamente católico" e "foi o evento gay mais politizado em qualquer lugar em anos, encenado apesar da oposição do Vaticano ”.

João Paulo II transmitiu claramente os perenes ensinamentos da Igreja sobre a homossexualidade aos peregrinos na Praça de São Pedro naquele dia de 2000.

Declarando: "Essa inclinação, objetivamente desordenada, é para a maioria deles um julgamento", disse ele em relação aos indivíduos atraídos pelo mesmo sexo, e acrescentou que eles devem ser tratados com "respeito, compaixão e sensibilidade. Todo sinal de discriminação injusta a seu respeito deve ser evitado", continuou o papa.

O ensinamento da Igreja também afirma que as tendências homossexuais são objetivamente desordenadas, e que os indivíduos que as experimentam “devem ser aceitas com respeito, compaixão e sensibilidade. Todo sinal de discriminação injusta a seu respeito deve ser evitado” (CCC-2358).

No entanto, a Igreja também ensina que os atos homossexuais são “atos de grave depravação” e eles “são intrinsecamente desordenados” e, além disso, “sob nenhuma circunstância eles podem ser aprovados” (CCC-2357).

A Igreja declara também que “as pessoas homossexuais são chamadas à castidade” (CCC-2359), que é também o que seu ensino diz sobre todas as pessoas.

O padre jesuíta James Martin, editor geral da revista America, consultor do Vaticano (nomeado por Francisco) para suas comunicações e um imenso defensor da aceitação da homossexualidade, twittou no dia seguinte ostensivamente em resposta que os católicos “não precisam ser cautelosos com o mês do orgulho”. .

O padre James (consultor do Vaticano) disse: “É uma maneira das pessoas LGBT se orgulharem de serem filhos amados de Deus, de terem famílias que os amam como são e têm o direito de serem tratados com“ respeito, compaixão e sensibilidade".

O consultor do Vaticano ainda declarou: As pessoas LGBT (gay) devem se orgulhar de quem são, depois de séculos de perseguição é importante promover mês de orgulho gay".

Visto em: www.lifesitenews.com  via  www.rainhamaria.com.br

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Nota  de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Deus é Amor, mas também é Justo Juiz. Ultimamente os homens querem somente destacar o DEUS Amor, o DEUS Juiz, eles querem esquecer, sabe por quê? Porque querem esquecer também a palavra pecado, querem abolir o pecado e transformá-lo em algo perfeitamente aceitável na sociedade do fim dos tempos, onde tudo é permitido, então, usam a justificativa do Deus Amor, que não condenará ninguém.

Os "sodomitas modernos", amparados por está anti-Igreja, que prega um anti-Evangelho, ainda zombam da Palavra de Deus e da condenação do pecado.

Diz o cartaz de homossexual, durante parada gay nos EUA:

“Aposto que o inferno é um lugar fabuloso!"

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Isto é exatamente o que se passa com o revolucionário Francisco e seus bispos progressistas mundanos, que pregam uma misericórdia apenas de aparências, mas sem a necessidade de uma verdadeira conversão dos pecadores. A nova misericórdia declara apenas que Deus os Ama, não importa que religião (seita) sigam, não importa que continuem pecando e permaneçam em seus pecados, pois, todos se salvam. Todos se encontrarão no Céu, Deus é Amor, esqueçam este Deus Justiça, Justo Juiz. Assim, não havendo um Deus que condena, não existe mais condenação ou castigo, logo, não existe mais inferno. (nem demônio)

Diz na Sagrada Escritura:

"Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação".(Levítico, 18, 22) e vice-versa.

"Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos". (I Coríntios 6, 9)

"A reunião dos pecadores é como um amontoado de estopas: seu fim será a fogueira. O caminho dos pecadores é calçado de pedras unidas, mas ele conduz à região dos mortos, às trevas e aos suplícios". (Eclesiástico 21, 10-11)

"Por minha vida - oráculo do Senhor Javé, não me comprazo com a morte do pecador, mas antes com a sua conversão, de modo que tenha a vida. Convertei-vos! Afastai-vos do mau caminho que seguis; por que haveis de perecer, ó casa de Israel". (Ezequiel 33, 11)

"Só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebeldes". (Hebreus 10, 27)

"Mas os céus e a terra que agora existem são guardados pela mesma palavra divina e reservados para o fogo no dia do juízo e da perdição dos ímpios". (II São Pedro 3, 7)

"Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos". (São Mateus 25, 41)

 

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