A Igreja passar a considerar o herege Martinho Lutero, como uma testemunha do evangelho, é uma traição a Cristo e a tudo aquilo no que por graça tenho crido


05.01.2017 -

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Por Luis Fernando* – InfoCatólica - Tradução Frei Zaqueu: 

Ante o comunicado oficial do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, no que se pretende dar carta de cidadania para todos os católicos do mundo que o heresiarca Martinho Lutero foi, em realidade, uma testemunha do evangelho, e ante o anúncio da comemoração conjunta com os luteranos do início da Reforma protestante, declaro que:

– Subscrevo a definição sobre a Reforma protestante do Catecismo do Papa São Pio X:

129. O Protestantismo ou religião reformada, como orgulhosamente a chamam seus fundadores, é o compêndio de todas as heresias que houve antes dele, que tem havido depois e que podem ainda nascer para ruína das almas.

– Subscrevo a afirmação do Concílio Vaticano II sobre a necessidade de pertencer à Igreja Católica para ser salvo:

O sagrado Concílio põe antes de tudo sua atenção nos fiéis católicos e ensina, fundado na Escritura e na Tradição, que esta Igreja peregrina é necessária para a Salvação. Pois somente Cristo é o Mediador e o caminho da salvação, presente a nós em seu Corpo, que é a Igreja, e Ele, inculcando com palavras concretas a necessidade da fé e do batismo, confirmou a um tempo a necessidade da Igreja, na que os homens entram pelo batismo como porta obrigatória. Pelo qual não poderiam salvar-se quem, sabendo que a Igreja católica foi instituída por Jesus Cristo como necessária, recusaram entrar ou não quiseram permanecer nela. (Lumen Gentium 14)

– Tendo sido protestante evangélico durante oito anos e meio de minha vida, após os quais o Senhor me concedeu por sua graça voltar a professar a fé católica, e portanto sabendo de verdade o que supõe ser protestante e católico, considero que esse texto oficial da Santa Sede é uma traição a Cristo e a tudo aquilo no que por graça tenho crido desde que há 17 anos regressei à Igreja, ou seja, “à fé que foi entregue aos santos de uma vez por todas” (São Judas 3). É uma traição a todos os mártires que, como Santo Tomás Moro, preferiram entregar sua vida antes que ceder ante o erro protestante em qualquer de suas variantes.

– Imploro ao Senhor que volte logo ou ponha fim o quanto antes ao processo de decomposição acelerada que sofre sua Igreja, que ameaça torná-la irreconhecível.

Exurge Domine et iudica causam tuam

Cádiz, 4 de janeiro de 2017.

Luis Fernando Pérez Bustamante

* Leigo, casado, pai de três filhos e avô de um neto. Dedicado durante anos à apologética católica em foros, chats e blogs de internet, na atualidade é Redator Chefe de InfoCatólica. Os artigos deste blog podem ser reproduzidos citando a fonte, salvo proibição expressa do autor.

Fonte: http://infocatolica.com  via  www.sensusfidei.com.br

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando as palavras do Padre Christian Bouchacourt, Superior do Distrito da França da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Sob o falso pretexto do amor ao próximo e do desejo de uma unidade artificial e ilusória, a fé católica é sacrificada no altar do ecumenismo que põe em perigo a salvação das almas. Os erros mais gritantes e a verdade de nosso Senhor Jesus Cristo são colocadas em pé de igualdade.

Como “podemos ser gratos pelos dons espirituais e teológicos recebidos através da Reforma“, enquanto Lutero manifestou um ódio diabólico pelo Sumo Pontífice, um desprezo blasfemo pelo Santo Sacrifício da Missa, assim como uma recusa da graça salvífica de Nosso Senhor Jesus Cristo? Ele também destruiu a doutrina eucarística, negando a transubstanciação, desviou as almas da Santíssima Virgem Maria e negou a existência do Purgatório.

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Não, o protestantismo não trouxe nada ao catolicismo! Ele arruinou a unidade da cristandade, separou nações inteiras da Igreja Católica, mergulhou as almas no erro colocando em perigo sua salvação eterna. Nós, católicos, queremos que os protestantes retornem para o único rebanho de Cristo, que é a Igreja Católica, e rezamos por esta intenção.

(Francisco recebe "pastores" protestantes no Vaticano, que impondo as mãos o abençoam. Quando os Santos, Doutores e Papas da Igreja, pudessem imaginar um dia, ver uma cena destas no Vaticano?)

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"Ora, é indiscutível: é o inferior que recebe a bênção do que é superior". (Hebreus 7, 7)

(Mas, na nova, ecumenista e revolucionária igreja de Francisco, os rebeldes de Lutero, agora abençoam ao próprio papa)

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Apelamos a São Pio V, São Carlos Borromeu, Santo Inácio e São Pedro Canísio, que combateram heroicamente a heresia protestante e salvaram a Igreja Católica.

Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:

"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica.

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A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro.

Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?

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Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência.

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Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. 

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E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”

Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

 

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